Sábado, 26 de maio de 2018
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Economia para consumo

12/01/2018 - Por João Seno
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À GUISA DE COMENTÁRIO - SER DO CONTRA - A favor ou contra, eis a questão. Há aqueles que são sempre radicalmente contra tudo e contra todos. Então, os que não gostam de ideias liberais são sempre contra de corpo e alma. Eles são por princípio do contra. Mas vamos convir que há muitas coisas que precisam do nosso apoio, para que vinguem. As boas ideias e as boas iniciativas precisam do apoio maciço para vingar. Assim não fosse, quanta coisa em nossa volta não existiria. Ser contra tudo e contra todos é mentalidade rasteira que destrói, que arrasa o desenvolvimento e a construção social. Existe o time do quanto pior melhor. São aqueles que tramam contra a ordem constituída do País. Por isso, temos legislação capenga e temos iniciativas mal engendradas, que favorecem os cidadãos que buscam o autofavorecimento. Não podemos admitir que cidadãos do bem permitam e apoiem a violência e a corrupção. Talvez, tudo seria muito diferente neste País, se os cidadãos que tramam contra tudo, deixassem fluir as iniciativas corretas.

MUITOS SE REBUSCARAM - É extremamente lamentável quando cidadãos abonados ou não se aproveitam do dinheiro público para se locupletar. Foi o que aconteceu com o Bolsa Família. Foi desviado para os bolsos de cidadãos desonestos e aproveitadores uma generosa fatia do dinheiro destinado ao Bolsa Família. A Controladoria-Geral da União divulgou que identificou 346 mil cadastros do Bolsa Família com fraudes. Em dois anos, mais de 2,5 milhões de famílias receberam o benefício sem estarem enquadradas nas regras do programa, segundo o levantamento. O prejuízo aos cofres públicos é estimado em 1,3 bilhão de reais. Assim funcionam as coisas neste País, por isso não há mais dinheiro para nada. 

PISO DO MAGISTÉRIO - Passou a vigorar o novo piso nacional do magistério em todo País, a partir de 1º de janeiro, tendo sido estipulado o valor de R$ 2.455,00. Valor bem acima da inflação de 2017. É uma pequena valorização do magistério que vem em boa hora, mas nem todos os estados e municípios têm condições de pôr em prática a medida governamental. 

CAMPANHA CARA - Os cofres públicos federais vão desembolsar 1 bilhão e 700 milhões para tocar a absurdamente cara campanha eleitoral deste ano, porque as empresar não podem mais financiar as eleições, para evitar a corrupção. É com o dinheiro do eleitor que os candidatos se elegem. 

QUEM PAGA O PATO - Como não há dinheiro para tudo, parte dos recursos destinados para a cara campanha eleitoral vai sair da Saúde e Educação. Em 2018, os já sofridos segmentos da Saúde e Educação terão R$ 472 milhões a menos para investir neste ano. Lamentável. 

NÃO É COM FALSAS PROMESSAS QUE SE CONSTRÓI UMA GRANDE NAÇÃO. 

"O CLAMOR POPULAR TERÁ INFLUÊNCIA ZERO NA VOTAÇÃO QUE DEFINIRÁ O DESTINO DE LULA". A afirmação é de uma colunista da Capital. No entanto, deverá haver muita mobilização popular, antes e no dia 24 de janeiro, data marcada para o julgamento do ex-presidente pelo TRF4, com certeza para intimidar.

NÃO DÁ PARA ESPERAR - Mais um ano, para que a Área Industrial II de Três de Maio seja ativada. O alto investimento na infraestruturação da área precisa de retorno.




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