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Começa a colheita da soja em Três de Maio

02/03/2018 - Por Jornal Semanal
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Primeiras lavouras já recebem as máquinas; ponto forte da colheita
deverá ser entre a metade do mês e o dia 10 de abril

A colheita da soja em Três de Maio começou. As primeiras lavouras receberam as máquinas há aproximadamente duas semanas e, até o momento, esse número é tímido, com a colheita atingindo apenas 1% da área cultivada.
Hoje, segundo o escritório municipal da Emater/RS-Ascar, além desse número, 1% das lavouras estão na fase de desenvolvimento vegetativo, 5% no período de floração, 90% na fase de enchimento de grãos e 3% no período de maturação.
"Essa fase de enchimento de grãos é muito importante para a cultura, porque é a fase em que ela está determinando o seu potencial produtivo. Então, é ideal que nesse momento tenhamos condições climáticas favoráveis, que não faltem chuvas, para haver um enchimento normal de grãos e um peso bom da semente", ressalta o chefe do escritório, o técnico em agropecuária Leonardo Rustick.
Em Três de Maio, foram cultivados em torno de 26 mil hectares. A colheita no município deve se intensificar entre a metade do mês e o dia 10 de abril.
Até o momento, têm sido colhidas entre 48 e 62 sacas por hectare. A expectativa para esta safra é de uma produtividade média de 50 sacas por hectare - no ano passado, a média foi de 55, a melhor dos últimos anos.

Monitoramento constante das lavouras
No atual período, o ideal, explica Leonardo, é que haja uma média de 20 a 25 milímetros de chuva por semana, para que a planta possa completar todo o seu ciclo e o grão possa ter a sua formação ideal.
"Como no verão a evapotranspiração é bastante grande, como o solo seca bastante, é necessário haver chuvas constantes para a cultura ter um bom desenvolvimento", explica o chefe do escritório.
Uma das orientações da Emater é de que os produtores façam o monitoramento constante das lavouras, para evitar ao máximo a incidência de pragas ou doenças.
"Nossa orientação é de que façam as aplicações e o controle conforme o nível de incidência da praga ou da doença, para não haver o uso abusivo dos defensivos, preservando, assim, o meio ambiente e as lavouras", expõe Leonardo.
Também, o técnico em agropecuária lembra que neste ano já foram registrados casos de ferrugem asiática em lavouras de soja do município e que, além do constante monitoramento, é importante que os produtores façam a aplicação preventiva dos defensivos.

FOTO: TALINE SCHNEIDER/EMATER/DIVULGAÇÃO



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