Domingo, 21 de outubro de 2018
Ano XXX - Edição 1530
(55) 3535-1033
jsemanal@jsemanal.com.br
diagramacao@jsemanal.com.br

Doenças de inverno

25/05/2018 - Por Yara Lampert
Tweet Compartilhar
Baixa umidade do ar, maior concentração de poluentes, temperatura mais fria e mudanças bruscas no clima favorecem a proliferação de doenças respiratórias durante o inverno. Além das doenças crônicas como asma, pneumonia, bronquite, rinite e sinusite, aumentam as chances de pegar gripes e resfriados e o aparecimento de alergias respiratórias.

Por possuírem sintomas muito parecidos, como dores, febre acima de 38ºC, mal estar, tosse, coriza, espirros frequentes e coceira na garganta, a população costuma confundir algumas dessas enfermidades. Crianças e idosos, por terem a saúde mais frágil, são os mais afetados, mas com alguns cuidados é possível minimizar os efeitos que essas doenças geram na saúde e no bem-estar de muitas pessoas durante esse período. Cada uma das doenças de inverno tem sua característica própria. Por isso, é importante conhecer informações básicas sobre as mais comuns e os cuidados necessários para a prevenção e o tratamento adequado desses problemas

Imprescindível: 
Limpar as mãos e ventilar ambientes fechados são importantes formas de prevenção. Porém, uma vez que a pessoa contrair alguma doença, sempre deve procurar o médico. O tratamento somente deve ser sob orientação médica.

Qual a diferença entre gripe e resfriado?
O resfriado costuma ser mais comum e simples de tratar. Dura entre quatro e cinco dias, mas pode se prolongar por até duas semanas. Provoca coriza, obstrução nasal, tosse, dor de cabeça, dor de garanta, febre baixa e espirros. É transmitido pelo contato direto entre pessoas. Analgésicos e antitérmicos podem aliviar os sintomas.
A gripe é mais grave e costuma ter duração mais longa. Além dos sintomas do resfriado, provoca febre alta de instalação abrupta, dores pelo corpo e fadiga. De 10% a 20% da população mundial é infectada pelo vírus influenza todos os anos, resultando em mais de três milhões de casos graves e em 500 mil mortes, o que a torna uma doença perigosa para a população. Se não diagnosticada e tratada corretamente, a gripe pode desencadear complicações como pneumonias e comprometimento dos brônquios.

Quais as outras doenças mais comuns no inverno?
Asma: comum em crianças, mas também presente em adultos, a asma é uma inflamação do pulmão e das vias aéreas, caracterizada por chiados no peito, tosse e sensação de falta de ar.
Amidalite: é uma inflamação das amídalas causada por vírus ou bactérias. Os sintomas são dor de garganta, dor ao engolir, febre e mau hálito.
Bronquite: inflamação dos brônquios que impede a chegada do ar aos pulmões. Seus principais sintomas são tosse seca com chiado, seguida por tosse com catarro.
Dor de ouvido ou otite: muito comum em crianças e, normalmente, causada por vírus e bactérias que infectaram a garganta e migraram até o ouvido.
Pneumonia: é uma infecção aguda dos pulmões causada por bactérias, vírus ou fungos. Ocorre quando há falha nas defesas do organismo e pode surgir após uma gripe ou crise das "bronquites fortes".
Rinite: é a mais comum das doenças alérgicas causada pela inflamação ou irritação da mucosa do nariz. Os principais sintomas são espirros, coriza, coceira e entupimento do nariz.
Sinusite: é a inflamação das cavidades do crânio em torno do nariz, causada por alergias ou infecções virais e bacterianas que provocam dor de cabeça, inchaço nas pálpebras, nariz entupido, secreção nasal e dor nos olhos.
Alergias: são reações causadas por repulsa a tipos de elementos como pelos de animais, mofo, tipos de tecidos, poeiras, perfumes, entre outros. Os sintomas para a identificação de alergias vão desde um espirro a coceiras e tosses.

Como podemos prevenir?
- Limpar as mãos com água e sabão depois de tossir ou espirrar, após usar o banheiro, antes de comer e antes de tocar os olhos, boca e nariz;
- Usar lenço de papel descartável;
- Proteger com lenços a boca e o nariz ao tossir ou espirrar;
- Beber bastante água;
- Além de hidratar o organismo, o consumo de frutas típicas da estação, verduras e legumes ajuda a manter o metabolismo funcionando corretamente e repõe as vitaminas necessárias para manter a imunidade;
- Orientar para que o doente evite sair de casa enquanto estiver em período de transmissão da doença (até cinco dias após o início dos sintomas);
- Evitar aglomerações e ambientes fechados (deve-se manter os ambientes ventilados);
- Arejar o ambiente doméstico e fazer com que ele receba a luz solar, pois estas medidas ajudam a eliminar os possíveis agentes das infecções respiratórias;
- Manter limpas as roupas de cama, principalmente cobertores e edredons;
- Lavar, secar e arejar bem as roupas de inverno guardadas por muito tempo antes de serem utilizadas;
- Manter hábitos saudáveis, como alimentação balanceada (alimentos ricos em vitamina C, como limão, laranja, abacaxi e acerola), ingestão de líquidos e atividade física;
- Evitar o cigarro;
- Fazer a vacinação anual contra gripe, que diminui a gravidade da doença e as chances de complicações.

Fonte: http://www.leforte.com.br/doencas-outono-inverno-como-evitar/#
 www.hospitalalemao.org.br




Indicar a
um Amigo

Comentários

Deixe a sua opinião

Veja Também

11/10/2018   |
05/10/2018   |
28/09/2018   |
21/09/2018   |
14/09/2018   |
06/09/2018   |




Todos os direitos reservados - Jornal Semanal - Três de Maio - RS