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Economia para consumo

13/07/2018 - Por João Seno
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À GUISA DE COMENTÁRIO - O MUNDO QUER A PAZ - E precisa da paz. Se o futebol consegue reunir atletas e torcedores de todo mundo convivendo sem brigas e sem desentendimentos, por que a humanidade não imita o exemplo dos desportistas? É uma ótima pergunta. Acontece que os atletas e torcedores não se reúnem para roubar ou assaltar e nem para discutir política, religião, economia e/ou problemas étnicos. Para onde olhamos para os quatro quadrantes do universo, enxergamos querelas, intrigas e confusões políticas, religiosas ou sociais. Por todos os lados se vê cidadãos fugindo do seu país, buscando novos destinos. E isso não pode continuar indefinidamente, porque o lugar dos cidadãos é no seu país. É dever dos governantes oferecer condições de sobrevivência no seu país. Se isso não acontecer, a paz mundial corre sério perigo.  

A PAR DA CAMPANHA DO AGASALHO TEM QUE SER FEITA A CAMPANHA DO TRABALHO.  Se há os que não têm roupa, há os que estão sem emprego e gostariam de trabalhar. Não saberia dizer o que é pior: falta de roupa ou não ter trabalho, porque sem trabalho não há dinheiro para comprar comida.

QUEM DIRIA! - A Setrem marcando belos tentos. A sétima melhor instituição educacional do Estado nas provas do ENEM. Que belo momento, comparável ao momento do Cardeal Pacelli nas décadas de 1960/1970. O colunista se sente orgulhoso em ter contribuído com as duas instituições, ora como aluno, ora como professor.

PRESTÍGIO DO EMPREGO PÚBLICO - 2.821  inscritos  no concurso público de Três de Maio na busca de 40 vagas. Isso dá  algo em torno de 71 candidatos por vaga. É a valorização do emprego público ou é o tremendo desemprego reinante? Na verdade, 4 mil manifestaram seu interesse em participar do evento, mas muitos deles não se habilitaram legalmente.

MUITOS CONSIDERAM A JUSTIÇA BRASILEIRA ANÁRQUICA, POR CAUSA DE SUAS DECISÕES CONTROVERTIDAS, haja vista o recente caso do habeas corpus de um desembargador de plantão, determinando a imediata soltura de  Lula da prisão de Curitiba. Tudo acabou em água de barrela. Os eleitores conscientes querem inovação e detestam as velhas figuras. Ou alguém ainda pensa em Collor de Mello,  Fernando Henrique Cardoso, José Sarney ou esta figura superada da desgastada esquerda?

A VIDA NÃO É FUTEBOL, ONDE UMA BOLA PODE RESOLVER TUDO.  É POR ISSO QUE OS TÉCNICOS DIZEM: "SE AQUELA BOLA TIVESSE ENTRADO".

É UMA BELEZA - Há poucos dias atrás, andando a pé pela Avenida Senador Alberto Pasqualini, cheguei à altura da nova Avenida Buricá, aquela que corta o Bairro Oriental. Senti um frenesi, ao lembrar o que era aquela região que hoje é cortada pela Senador Alberto Pasqualini e o que poderá ser aquela região cortada pela Avenida Buricá. Aliás, obras ambas nascidas da visão do mesmo prefeito.



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