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Economia para consumo

04/05/2019 - Por João Seno
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À GUISA DE COMENTÁRIO - HONESTIDADE - Quando lemos ou ouvimos os noticiários dos tempos atuais, sentimos de inopino que nos tempos difíceis que estamos atravessando somos carentes de honestidade. A cada dia que passa casos e mais casos vêm a lume que nos falam da triste realidade dos nossos tempos. Por todos os lados espoucam casos e mais casos de cidadãos que, inescrupulosamente, põem a mão nos bens alheios. E a honestidade, em contrapartida, não recebe nenhum realce. Esta deveria ser valorizada e destacada. Por que a imprensa não mostra casos onde a honestidade está sendo praticada? Inclusive, os políticos e governantes honestos deveriam servir de amostra, já que existem tantos casos de roubalheira descarada e explícita nos altos escalões. 
A DESUNIÃO NÃO CONQUISTA NADA. Por isso, vamos valorizar o lema: A UNIÃO NOS FORTALECE. 
Festança da Cuca e da Linguiça - DAS GROSSE KUCHE UND WURSTFEST - completa 26 anos, no dia 16 de maio, na Rádio Cidade Canção FM, 102,3. O programa, desde o início, vem sendo conduzido pelo comunicador JOÃO SENO BACH, que adotou o cognome BACH HANNES e o programa se comunica com os descendentes alemães de toda região e de outras regiões, inclusive da Argentina e Santa Catarina, usando o dialeto Hunsrueckich. 
MORANGUINHO EM FELIZ - O resultado está no aumento da produtividade por hectare: 45 toneladas. A céu aberto, a colheita seria até 50% menor. Feliz produz morangos o ano todo. Portanto, na considerada entressafra, quando a produção é reduzida, a fruta também circula pelos Ceasas de Porto Alegre e Caxias do Sul. A partir de 1961, os produtores rurais de Feliz optaram pela cultura do moranguinho, frutas e verduras. E se deram bem. 
VEJAM O ACERTO DA MUDANÇA - Atualmente, 35% da economia do município de Feliz está na agricultura. Desses, 20% estão no cultivo de morangos. E a previsão do secretário da Agricultura é de aumentar a produtividade em 5%, nos próximos anos. Isso porque a prefeitura incentiva os produtores a construírem estufas e subsidia 30% do custo total. De 2011 a 2017, 174 aderiram à campanha. Resultado: Feliz conta com mais de 1,5 mil estufas.
A DIVERSIFICAÇÃO DÁ RESULTADO - A técnica também está incentivando a manter o jovem no campo. É o caso de um produtor local de 58 anos. Ele só conseguiu manter o filho de 32 em casa por causa das facilidades que a tecnologia oferece. Por estes lados ainda não se descobriu como segurar o jovem na atividade rural. Talvez, com a descoberta de uma boa diversificação se consiga o resultado do produtor de Feliz. 
"POR QUE OS PROFESSORES DE HISTÓRIA SÃO DE ESQUERDA?" - A pergunta é do colunista David Coimbra. Isso, na verdade, não era o caso lá atrás. Seu Coimbra, isso é coisa dos tempos recentes. Na verdade, o professor, seja de qualquer disciplina, deveria respeitar todos os alunos, sejam de que tendência forem. Faz bem respeitar o aluno de qualquer religião ou credo político. 
BERÇO NACIONAL DA SOJA - Este, talvez, seja o melhor momento para relembrar que Três de Maio deveria empenhar-se para tornar realidade o título que nos pertence com justiça. O título em referência é o do Berço Nacional da Soja. E não há momento melhor do que relembrar isso no decurso da Expofeira, quando muitos olhos e ouvidos estão voltados para nossas coisas. É uma longa história, que vem lá da década de 1940, portanto quase oitenta anos atrás, quando Três de Maio ainda era Buricá e primeiro distrito de Santa Rosa, e aqui se iniciava o ciclo da soja. O comerciante Adão Jost, com casa comercial na Esquina Jost, trazia da Inglaterra a primeira semente de soja, a qual o Senhor Jost plantou e começou a distribuir a semente para os interessados. Não demorou e a cultura da soja deu resultados, porque a cultura se adaptou bem ao nosso clima e solo. E, desde então, a sojicultura só cresceu e invadiu todas as regiões do País. Não seriam estas razões sobejas, para que Três de Maio receba o título de Berço Nacional da Soja? O assunto precisa ser estudado e debatido pelas lideranças locais. Deixar escapar esta oportunidade e não aproveitá-la é como ganhar uma bolada na loteria e não retirar o dinheiro. 



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