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Mais um dia normal

29/11/2019 - Por Jornal Semanal
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Gustavo Griebler*

Eis mais um dia na coordenação de ensino, pesquisa e extensão de uma instituição de ensino. No início do dia, dois alunos me procuram para falar de uma atividade que acontecerá no refeitório no fim do dia, querendo a chave do lugar para olhar. Atendo. Recebo em seguida a coordenadora do curso de Administração, para tratar de três questões, três questões que demandam um tempo grande de discussão para definições. Uma dessas questões me remete à Brigada Militar, a quem telefono e pergunto da existência da Patrulha Escolar, no que dizem que existe e que passarão na instituição para conversar. Após isso, recebo a coordenadora da assistência estudantil, para tratar de alguns pontos, entre os quais o sumiço de um capacete de aluno, destinação de lanche para os alunos novos da instituição bem como a confecção da carteira estudantil. Termino de atender ela após longa discussão.
Levanto-me um pouco e vou até o setor administrativo para conversar sobre o pagamento de bolsas para alunos. Retorno e reúno-me com a diretora para tratar de diversos pontos. O primeiro diz respeito a um novo programa do governo federal, no qual teremos uma web-conferência para discussão. Após conversamos sobre uma parceria de um supermercado com a instituição, falamos de atividades de interação com a comunidade, sobre uma nova coordenação de curso que precisamos alguém e também sobre um aporte financeiro para os projetos de ações inclusivas do campus. Conversamos sobre a transferência de uma professora, cujo mesmo nome de outra servidora me remete a uma ligação para a reitoria para dirimir uma dúvida que surgiu durante a semana.
É necessário parar para almoçar, já que a tarde já se anunciou. No retorno, recebo um colega docente para responder algumas perguntas sobre seu projeto de pesquisa bem como sobre seu registro de ponto. A seguir, atendo o servidor dos registros acadêmicos, para tratar do caso de um aluno que está servindo ao quartel e não pode frequentar as aulas.
O dia avança. Paro um pouco para ler e responder e-mails. Neste tempo, vem a bibliotecária conversar sobre a possibilidade de uma bolsa para os projetos de ações inclusivas, nos quais também atua. Uma professora que está em afastamento me pergunta de sua transferência, de como está o processo. Telefono para outro campus para pedir auxílio com algumas dúvidas sobre bolsas. Em seguida, recebo minha bolsista de pesquisa também e dou os próximos passos da pesquisa para ela, além de conversarmos sobre o que já produziu.
Parece que o dia está sendo vencido, já que a tarde avança, o relógio voa os ponteiros. Recebo a servidora do setor pedagógico, com a qual converso sobre a forma de entrega dos pareceres aos alunos em breve. Além do mais, falamos do parecer de uma aluna que requer atendimento especializado, de como conduziremos.
Paro um pouco e passo a homologar pontos dos colegas que estão sob minha chefia. O dia já caminha para seu final, mas ainda tenho de encontrar tempo para verificar a atividade do refeitório, se tudo correu e está correndo bem. Retorno e penso ainda nos encaminhamentos para o outro dia, o que foi feito e o que ainda precisa ser. Creio que era isso por hoje. No outro dia, tudo recomeça. Novos desafios, novas perspectivas, novos trabalhos. 

*Doutorando em Educação em Ciências - UNIPAMPA. Docente EBTT, coordenador de ensino, pesquisa e extensão e diretor substituto do Instituto Federal Farroupilha - Campus Avançado Uruguaiana



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