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Beto Baggio, o Rei do Carpete, conquista mais de 30 títulos em três anos jogando bocha

03/06/2013 - Por Jornal Semanal
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Beto Baggio, o Rei do Carpete, exibe orgulhoso a coleção de troféus conquistados com a bocha. Entre os mais importantes estão os obtidos em Porto Mauá (campeão trio) e Honra ao Mérito no 14º Mercosul, em Cerro Largo


     O mês de maio é especial para o três-maiense Beto Baggio, 47 anos. Além de comemorar aniversário, ele completa neste mês, três anos de prática de um dos esportes mais tradicionais da região: a bocha.
Tudo começou como um hobby, uma atividade de lazer. Em 2010, ao participar de um torneio de bochas na região, Baggio conquistou o primeiro lugar, e desde então, não parou mais.
Para Baggio, a bocha pode ser considerada como jogo da amizade, pois em uma única partida reúne pessoas de várias idades, profissionais de vários setores, unindo gerações e integrando as comunidades, seja em canchas na cidade ou no interior dos municípios.
      Atualmente, Baggio é conhecido como o Rei do Carpete. O apelido foi dado depois que ele venceu quatro torneios em cancha de carpete. "Obtive essas vitórias mesmo sem treinar. Gosto de jogar. Além do talento, tenho concentração no jogo. Se tivesse descoberto que o meu hobby era jogar bocha, teria iniciado antes".
     Baggio está em uma grande fase como ponteiro. "Muitos dizem que eu sou considerado um dos melhores ponteiros surgidos nos últimos anos na região", conta. E não é para menos, pois, no jogo de bochas, o ponteiro é jogador mais experiente e habilidoso. É o primeiro a jogar para "cortar o ponto", que consiste em rolar a bocha de modo suave aproximando a bocha do bolim. É o ponteiro que faz a diferença em uma partida.
     De jeito simples, conversador e contador de histórias, o bochófilo recorda da vez em que num torneio em Ijuí ganhou a partida de uma dupla muito forte, que era favorita, conhecida como Pantera e Risada. "Ao final do jogo, Risada sentou-se embaixo de uma árvore e disse que pela primeira vez tinha perdido uma partida de bocha para um velhinho de chinelos de dedos. Esse velhinho a que ele se referia era eu", conta.
     Baggio admite que jogar bocha é uma das suas grandes paixões e que através dos torneios em que participa, faz grandes amigos e conhece muitos lugares. E confessa que prefere jogar em dupla e não gosta de jogar em cancha sintética, nem se tiver a insistência dos amigos.
     Em três anos jogando bochas, vários atletas participaram com ele nas vitórias alcançadas, que somam mais de 30 troféus. Ele cita o nome dos amigos Merengue, Derli, Roquinho, Danilo, Rodrigo, Pelé, Aquiles, Jelso, Fofo, Guarda, Santo, Jolar, Gilmar Baioto, Nei, Boles e Valmor. E também agradece as empresas e patrocinadores.
     Em Três de Maio, Baggio e os demais bochófilos se reúnem semanalmente na cancha da comunidade do Bairro Santa Rita, para treinar, conversar, planejar a participação em torneios, além da confraternização com um jantar.
Seja na cidade ou no interior, canchas de bocha estão espalhadas por várias sociedades e clubes, reunindo sempre um grande número de amantes do esporte.

FOTO  STUDIO CRIATIVO



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