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CTG Tropeiros do Buricá: 55 anos

14/06/2013 - Por Jornal Semanal
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Entidade que possui 450 famílias associadas, realiza evento alusivo à data, neste sábado

Em meados de 1958, um grupo de jovens senhores estavam reunidos e observaram que no município de Três de Maio não existia um local para que as famílias pudessem confraternizar. Numa noite de festa, aniversário do então prefeito Walter Ulmann (em memória), conversaram e acertaram a construção do Centro de Tradições Gaúchas Tropeiros do Buricá. Nessa reunião foi escrita a primeira ata e definiu-se também que o nome da entidade seria uma homenagem aos tropeiros que muito andavam com suas tropas de mulas e ao rio que banha Três de Maio. Sendo assim, surgiu o CTG Tropeiros do Buricá, tendo como primeiro patrão o senhor Walter Gomes de Almeida. A fundação ocorreu em 13 de junho de 1958.
Este ano, a entidade tradicionalista comemora 55 anos, e para a  patroa, Alessandra de Castro Reinehr, o momento é de consolidação e preservação da cultura gaúcha, em especial da história da entidade. "Nosso CTG preserva sua história e sua intocável arquitetura, onde sucessivas patronagens vieram para cumprir e levar adiante o destino da entidade, dispensando méritos de trabalho, e com a dedicação de reconhecidas competências", destaca.
Alessandra também ficará na história da entidade, pois pela primeira vez, assume como primeira patroa do CTG Tropeiros do Buricá, numa galeria de 20 patrões.
Para comemorar a data, a entidade realiza amanhã à noite, a partir das 20 horas, na sede social, o Jantar Baile de Aniversário 55 anos, com animação do grupo Sinuelo Pampeano.


O CTG na atualidade

Hoje, para entrar como sócio e participar desta família, há o pagamento de uma joia, no valor de R$ 260,00 e a indicação de outro sócio que abone a associação. O nome também passa pela avaliação da patronagem. A mensalidade é de R$ 13,00.
O CTG possui em torno de 450 famílias associadas ativamente e conta com cinco piquetes filiados.


A família Tropeiros do Buricá


Conforme a patroa Alessandra, a família do Tropeiros do Buricá é muito unida e perseverante, o que para a patronagem é a peça principal. "Trabalhamos sempre com o objetivo de unir e trazer as famílias para a entidade. Nossas ações quanto a isso se intensificam nos jantares, onde as crianças estão presentes nas apresentações e isso desencadeia que os pais e demais familiares e amigos venham junto para assistir e confraternizar".
A entidade também realiza outras ações, como a festa junina, e eventos do Dia das Mães, Dia dos Pais, concurso de prendas e peões, e Semana Farroupilha. "Estas promoções têm como intuito trazer para o nosso galpão todos para confraternizar. Durante os ensaios os pais também se fazem presentes em rodas de chimarrão. Buscamos agregar a família sempre, nossos coordenadores das invernadas são os pais das crianças", declara.


Conquistas da atual patronagem

A patronagem gestão 2013/2014 iniciou a caminhada em janeiro deste ano afirmando o compromisso em trabalhar pelo bem-estar do associado. "Passados seis meses, já conseguimos realizar algumas de nossas metas. A reforma dos banheiros, melhorias no galpão dos veteranos, conquistamos o título de Guri do RS, com o Júlio Cortese Lorenset", comemora.
Além disto, a atual patronagem entregou mesas e cadeiras novas e estofadas aos frequentadores da canastra, e está concluindo a reforma da secretaria com móveis novos. Também organizou a estrutura para ter os itens básicos de segurança dentro das normas exigidas pelo Corpo de Bombeiros. "Entregamos o Plano de Prevenção Contra Incêndio dentro do prazo estipulado", informa.
Outra conquista foi dentro da 20ª Região Tradicionalista, o qual o CTG Tropeiros do Buricá conseguiu o primeiro alvará de adequação técnica da pista de rodeios. "Enfim, dentro de um pequeno espaço de tempo  trabalhamos com garra e determinação pois sabemos que dessa forma entregaremos a gestão com o nosso objetivo cumprido", ressalta.


As invernadas artísticas

A "menina dos olhos" do CTG Tropeiros do Buricá são as invernadas artísticas, que reúnem atualmente 200 dançarinos. As invernadas são distribuídas em Chupetinha (3 a 6 anos), dente de leite (7 a 9), mirim (10 a 13), juvenil (14 a 17) , adulta (a partir dos 15) e xirú (casais). Mas a entidade conta com mais 100 crianças no projeto das escolas, chamado "A escola vai ao CTG".
Para Alessandra, o CTG é uma entidade plena pois contempla todas as áreas: arística, cultural, esportiva, jovem e campeira.








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