Sábado, 19 de janeiro de 2019
Ano XXX - Edição 1541
(55) 3535-1033
jsemanal@jsemanal.com.br
diagramacao@jsemanal.com.br

Economia para Consumo

21/06/2013 - Por João Seno
Tweet Compartilhar
À GUISA DE COMENTÁRIO - CANALHA - Palavra rústica e pesada. Chamar alguém na cara de canalha, convenhamos, dói. Mas canalhas existem. E muitos neste mundo de Deus. Safados há os de montão. Outro termo picante. Mas canalhas e safados abundam. São exatamente aqueles que não têm dó de ninguém. Quando podem, fincam a pua na pleura dos outros. E fazem isso sem o menor constrangimento e sem problema de consciência. Por isso, canalha ou safado até que é pouco. É a classe de gente, com o perdão da palavra, que estão perto dos endemoninhados. Querem a todo custo o mal para o próximo. Não importa que doa. Não importa que haja prejuízos. E ainda se riem. Debocham. Num mundo mais surreal mereciam um tiro certeiro. Na verdade, nem deveriam estar no convívio dos justos. Longe de nós os canalhas. Mas não poucas vezes temos que aturá-los. É a triste sina dos que querem o bem e o correto. Ou alguém gosta de canalhice?

TRIBUTOS À VISTA -
A Lei n° 12.741 obriga o comércio a mostrar na nota fiscal ao consumidor o valor dos tributos federais, estaduais e municipais pagos pelo produto adquirido. Alega-se que o comércio não está preparado para cumprir a exigência legal. E quem é que vai fiscalizar? Mais uma lei inócua, embora interessante para o consumidor sentir o peso dos impostos que paga. Só em 2014.

CONTROLE DA MÍDIA - Continua a insistência por parte de facções radicais de regulação da mídia no Brasil, que não é outra coisa senão o eufemismo usado de controle social. Com isso pretende silenciar-se aqueles que tornam transparentes as maracutaias. A crítica deve conter bom senso e não pode ter o caráter de crítica pela crítica.

SALÁRIO MÍNIMO PÍFIO - O nosso salário mínimo, sem dúvida, é pífio. O trabalhador brasileiro deveria receber atualmente o valor mínimo de R$ 2.873,56, já em maio passado, para suprir suas necessidades básicas e da família. Deveria ser, pois, 4,24 vezes maior do que é atualmente.
"SE A EUROPA NÃO ESTÁ BEM, NÓS TAMBÉM NÃO ESTAMOS BEM". Primeira-ministra da Alemanha, Ângela Merkel.

CHOQUE DE CREDIBILIDADE - "Existe um pessimismo em relação ao Brasil no exterior e só um choque de credibilidade do governo da presidente Dilma Rousseff pode mudar essa percepção. O Brasil só está colhendo o que plantou. É preciso austeridade fiscal do governo". É o que pensa o economista Marcelo Simon. Talvez, por isso esteja caindo a popularidade da presidente.

IDOSOS DÃO CALOTE - A maior parte dos registros de calotes no Serviço de Proteção ao Crédito/SPC foram de idosos, no mês de maio. Um em cada quatro inadimplentes tinha 65 anos ou mais. Quem diria! Eles que deveriam dar o exemplo.

COMO VENCER A CRISE? - Enfim, há ou não há crise econômica no Brasil? Pelas atitudes do governo a crise existe, porque o Ministério da Fazenda anunciou desonerações fiscais para aquecer a economia e enfrentar a crise. As desonerações devem custar aos cofres da União R$ 91,5 bilhões, em 2014. Neste ano, a redução dos impostos significa R$ 72,1 bilhões.

"O ÚLTIMO QUE SAIR VAI ROUBAR A LÂMPADA" - Era o que dizia Antônio Ermírio de Morais, empresário paulista, fazendo ironia dos maus políticos do Congresso.

PROTESTO INDÍGENA - Ao que parece, os protestos dos indígenas não têm razão de ser. Sucede que os 200 milhões de brasileiros ocupam 2,5% do território nacional, enquanto que os cerca de 800 mil índios dispõem de 13% do território, ou seja, 110 milhões de hectares. Dá para entender?




Indicar a
um Amigo

Comentários

Deixe a sua opinião

Veja Também

18/01/2019   |
11/01/2019   |
21/12/2018   |
14/12/2018   |
14/12/2018   |
07/12/2018   |




Todos os direitos reservados - Jornal Semanal - Três de Maio - RS