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Pessoas precisam de gestão de pessoas

28/06/2013 - Por Jornal Semanal
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Antigamente as pessoas eram vistas como simples acessórios dentro das organizações, sendo preparadas e treinadas para executar funções específicas.Uma organização máquina, formada para atingir objetivos específicos. Com o passar do tempo esta visão começou a mudar, sendo influenciada pela modernização tecnológica e as novas necessidades das pessoas, onde as máquinas permaneceram, porém passou a ser valorizado o capital intelectual nas empresas.

Segundo Edvinsson& Malone (1998), se o capital intelectual é uma árvore, os seres humanos são a seiva que a fazem crescer: os troncos, galhos e folhas, que são partes visíveis, são os ativos financeiros, as raízes, que são partes ocultas, representam o capital intelectual. Para que a árvore floresça e produza frutos ela precisa ser alimentada por raízes fortes e sadias.

A gestão de pessoas precisa ajudar a empresa a se adaptar às mudanças, incentivando a criatividade e a inovação, considerando a percepção dos clientes, colaboradores e acionistas. As organizações nos dias de hoje não são mais vistas exclusivamente como máquinas, mas sim numa visão sistêmica, como organismo vivo onde cada colaborador representa uma célula.

A busca por interesses dentro das organizações vem sendo um fator gerador de conflitos, pois quando falamos em profissionais formados de opiniões e objetivos distintos, estamos descrevendo a realidade de muitas organizações onde pessoas e sistemas entram em conflito diante de diversas políticas organizacionais. A procura por uma colocação dentro do mercado faz com que as pessoas visem uma busca desenfreada por seus interesses e objetivos pessoais. Nisso faz-se importante entender-se como profissional e o quanto é o seu capital intelectual a oferecer para as organizações.

Muitas empresas ainda não compreendem a devida importância em valorizar as pessoas. A satisfação pessoal, profissional não pode ser medida, julgada nem analisada, é algo estritamente pessoal, pois nem tudo o que lhe satisfaz, satisfaz a outra pessoa. Assim, as organizações buscam através das COP's (Comunidades de Prática) novas formas de pensar, agir e trabalhar, sendo o conhecimento uma ferramenta vital nesse processo, agregando experiência e compartilhando novas ideias, proporcionando soluções integradas para todos os segmentos e para o entendimento das razões dos trabalhadores.

Ser uma learningorganization(organização e aprendizagem) é o mesmo que ser mais competitivo e estar disposto a aprender, inovar e mudar. O mercado está cada vez mais exigente, e vai da disponibilidade das empresas aprenderem a realizar mudanças rápidas, e isto fará com que a empresa esteja competindo com mais velocidade, qualidade, inovação e preço. As organizações possuem o significado da sua cultura organizacional oculto nas inquietações e interesses inconscientes daqueles que a criam e a mantêm, e esses reflexos do inconsciente inibem o desenvolvimentos de novas ideias. Muitos dos problemas organizacionais estão embutidos dentro da forma de pensar, isto tem consequências bastante importantes. Em primeiro lugar, encoraja a reconhecer o papel desempenhado e a responsabilidade da participação em delinear os problemas a resolver.

Para desenvolvimento de redes humanas eficazes, é necessário que o gestor tenha a competência de trabalhar em equipe, saber ouvir, aprender e desenvolver a capacidade individual da sua equipe. Assim as principais características na busca por excelência em liderança destacam-se a aceitação do desafio, a capacidade de inspirar uma visão compartilhada, apoio aos colaboradores para que seja proativos, dar exemplo do caminho a ser seguido e mostrar aos funcionários a importância deles dentro da organização.As empresas devem funcionar como hologramas, ou seja, como um cérebro humano, desenvolvendo a habilidade de auto organizar-se, fazendo com que cada área tenha a percepção do todo.

TUDO MUDA TODO O TEMPO!A vida, as pessoas, a tecnologia, nada permanece igual. Nesse sentido as organizações atuais não podem se isolar do mundo e sim preservar sua identidade juntamente com o reconhecimento de percepções e condições que seu ambiente oferece. Se a empresa apenas focar em seu ideal e sua definição, acabará perdendo chances de mudanças e de oportunidades. A ÚNICA COISA QUE REALMETNE PERMANECE É A MUDANÇA!

O texto  foi produzido pelo 7º semestre de Administração da Setrem e se utilizou de estudos apresentados em um seminário das obras de MORGAN (2010), BARBIERI (2012) e MORETTO(2006). O desafio foi que os grupos fizessem uso da ideia principal de seu grupo e socializassem para escrever um texto sobre Gestãode Pessoas.


7º semestre de Administração - GESTÃO DE PESSOAS, Profª Cecília Smaneoto.            




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