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Aprendendo na escola para ensinar ao mundo

08/07/2013 - Por Jornal Semanal
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Em meio a Feira de Ciências (FIPCAT) do
Colégio L´Hermitage Dom Hermeto,
alunos do Maternal contam de suas
experiências em sala de aula aos pais



"Brincando sério" de fazer ciência
no Dom Hermeto


Alunos do Colégio expõem seus trabalhos de pesquisa na XIII feira Intelectual de Produção Científica, Artística e Tecnológica

A relação do cotidiano escolar e pedagógico com o ambiente ao qual estão inseridas as crianças e adolescentes foi um pouco do que pôde ser percebido entre os trabalhos expostos na XIII Feira Intelectual de Produção Científica, Artística e Tecnológica do Colégio L'Hermitage Dom Hermeto de Três de Maio, que foi realizada nessa semana, dias 1 e 2, no ginásio do educandário.
A Feira de Ciências do Colégio Dom Hermeto, que chega a sua 13ª edição neste ano, é a etapa de conclusão de um processo de atividades que envolvem os alunos do educandário, desde a educação infantil até as séries finais do ensino médio. 
Conforme o professor Gildor Scherer que, juntamente com a professora Daniela Bonfanti Fauro, coordena o evento, a primeira etapa é a elaboração do projeto a partir da pesquisa, já a segunda etapa é a apresentação de um relatório sobre a atividade desenvolvida. "Os alunos devem desenvolver um projeto com tema de livre escolha, em qualquer área do conhecimento, desde que obedeçam os conteúdos de suas séries", explicou o professor Gildor.
Entre os trabalhos expostos, experimentos e pesquisas interdisciplinares que vão do pedagógico ao lúdico, unindo "coisa séria com diversão", como, por exemplo, o processo de destilação do álcool da cana de açúcar com a montagem de um pequeno alambique, a educação no trânsito com a instalação de maquetes, ou sustentabilidade com projetos de reciclagem e separação de lixo e de energias renováveis. 
Para os alunos da 7ª série da escola, Vitória Preus Salomão, Jéssica Lehnhardt e José Guilherme Petry Parginski, desenvolver projetos para a feira é uma oportunidade a mais de aprender. "Podemos descobrir novas coisa, informar as pessoas, conhecer novas atividades e interagir com o ambiente", contam os alunos que estavam expondo os resultados de sua pesquisa sobre chuva ácida. Já para o aluno Murilo Marasquin Rodenbusch, 14 anos, do 1º ano do ensino médio, esta é um oportunidade de aperfeiçoar o que se aprende em sala de aula. 
Para a diretora da escola, professora Lusiane Cristina Ziemann Tolomini, o desenvolvimento dos projetos em conjunto com a rotina curricular da sala de aula resulta em uma especial preparação para que os alunos possam enfrentar seus futuros desafios. "Temos relatos de alunos que saem daqui e têm mais facilidade de enfrentar os trabalhos de faculdade, os projetos que iniciam lá na educação infantil e vão até o ensino médio passam a ser um processo automático para eles (alunos), que saem da escola com mais competência para a escrita e para a leitura", avalia a diretoria.

Fotos: MARCELO FRIPP


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