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Economia para Consumo

29/07/2013 - Por João Seno
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À GUISA DE COMENTÁRIO - INCOMPETÊNCIA - Se a gente quer ofender alguém visceralmente, é chamá-lo de incompetente. Imaginem dizer isso de um profissional liberal. Dói que dói. Mas ela existe. Claro que existe. Nem sempre se pode dizer claramente onde ela está. Isso compromete e fere. Do contrário, falar em competência enaltece. Quem é que não gosta de ser rotulado de competente? Isso estufa o peito e fortalece o ego. E quase sempre oportuniza bons negócios e boa clientela. Em todos os setores os cidadãos competentes vencem. São eles que servem de modelo para quem gosta de espelhar-se. Imaginem se houvesse pessoas competentes em todos os segmentos públicos do País, quanto este Brasil poderia avançar. Mas muitos postos, infelizmente, são ocupados por cidadãos que não levam esta marca. E a Nação patina, recua, rasteja e se debilita. Não basta ocupar espaços, é preciso valorizar os espaços ocupados.

SEGURA A INFLAÇÃO! - Desde 2011, o Brasil enfrenta inflação ascendente e crescimento declinante. Para travar a inflação a equipe econômica do Copom vota pelo aumento gradativo da taxa básica Selic, que foi para 8,5%. E deve subir mais.

EXCESSIVOS GASTOS - Nos cinco primeiros meses de 2013, o governo da União gastou 40 bilhões de reais a mais do que no mesmo período de 2012, basicamente com as despesas da máquina pública - 15% - e com o funcionalismo - 7%. Neste período, os investimentos contribuíram apenas com 2% neste crescimento dos gastos. A economia está desarrumada.

REDUÇÃO DE ICMS - Está sendo divulgado que o governo gaúcho está reduzindo o ICMS de 16 setores da nossa economia, baixando o tributo de 17% para 12%. Seria uma forma de alavancar a nossa combalida economia dos pagos e dará competitividade aos empreendedores. Espera-se que isso não machuque novamente os municípios, que já vêm sendo feridos de morte com as desonerações fiscais adotadas pelo governo da União.

A SAÚDE É UM TERRITÓRIO MUITO DIFÍCIL PARA SER APLAINADO. FALTAM INSTRUMENTOS. E SOBRAM INTERESSES.

AÍ MORA O PERIGO - A dívida interna, que era de R$ 892,4 bilhões, quando Lula assumiu o governo, em 2003, atingiu, em 2009, o montante de R$ 1,40 trilhão, fechando em R$ 1,73 trilhão, em 2010. Quase o dobro, meu irmão. Crescimento de 94% em oito anos de governo. É, por isso, que a economia brasileira se desarrumou.

O GOVERNO PRECISA ENTENDER O RECADO QUE O POVO DEU NAS RUAS.

SE A MODA PEGA: Manifestantes se pelaram na Câmara de Vereadores de Porto Alegre. Pode? 

QUEM É VIVO SEMPRE APARECE - Não é que o ex-presidente Lula reapareceu, ele que sumira logo que começaram os protestos. E na volta saudou os protestos: "- De protesto em protesto a gente vai consertando o telhado"! E falou um monte de palavrões numa palestra a estudantes. 

PERSPECTIVAS PESSIMISTAS - A previsão para a indústria brasileira não é boa. O quadro não é animador, segundo a Confederação Nacional da Indústria, porque não há sinais de recuperação. O perigo maior são as demissões e a queda do consumo. E outra questão que preocupa, nesta quadra que estamos atravessando, é o corte de 10 bilhões no orçamento da União, tudo em função da queda da arrecadação. Obviamente, é uma notícia muito ruim também para os cofres dos municípios.




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