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Economia para Consumo

28/10/2013 - Por João Seno
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À GUISA DE COMENTÁRIO  -  SUPERVALORIZAÇÃO  -  Assim como existe a supervalorização, também existe a infravalorização, ou a subvalorização. Vejam o caso do trabalhador braçal, que na maioria dos casos, precisa contentar-se com um salário mínimo, menos de 700 reais. É pouco. É, pois, uma subvalorização. Uma infravalorização. O caso dos educadores é drástico. Os governantes se negam a pagar o piso nacional, uma merreca um pouco superior a dois salários mínimos. Só para ficar nisso. Enquanto isso, temos casos abundantes de supervalorização. Supervalorização salarial. Vamos ao futebol. Lá um chutador de bola ganha meio milhão fácil e ainda se queixa do trabalho. Trabalho! Um treinador de algum renome está pedindo... O quê? Um milhão de reais ou perto disso. Não vamos ater-nos aos salários nababescos de políticos e algumas categorias profissionais. Ninguém quer que todos tenham o espírito de São Francisco de Assis: trabalho por caridade, por amor a Deus. O mínimo que se poderia exigir seria um pouco mais de igualdade. E não esquecer as prioridades. Um educador vale menos do que um jogador?
FALTA DE CATEGORIA  -  Para fazer comentários nas colunas sociais é preciso ter categoria. Não se pode escrever qualquer coisa. A bobagem escrita pode custar cara. Até processo. Não convém escrever qualquer bobagem, embora discorde. Tem que haver categoria!
VALORIZAR  - Na passagem do Dia do Professor, falou-se muito na valorização do magistério. No entanto, não se disse como será essa valorização. Alguém falou que os pais deixaram de dar valor aos educadores. E os governantes que nem se dignam de adotar o piso nacional do magistério? Só elogios no Dia do Professor é muito pouco. E o Dia do Professor, ao invés de festa e comemoração, deu muito bafafá.
QUEM PAGA A CONTA?  - É uma boa pergunta: quem paga a conta das greves? E mais: quem paga a conta das bandalheiras dos manifestantes que arrebentam bancos, lojas e instituições, incendeiam ônibus, carros e arrebentam bens públicos?
INVESTIR EM IMÓVEL É BOM?  - Não é bom negócio, porque os aluguéis não são compatíveis. O retorno é bem inferior à aplicação em  LCI. Os investidores em imóveis fixam o olhar na segurança, porque até então, ninguém roubava imóveis. Só que existem os maus pagadores, os inquilinos fajutas, como o do 402 do Condomínio Dom Rodrigo, cujas iniciais vou revelar um dia.
LEITE É O CANAL  -  O governo estadual está acreditando no leite como fator econômico. O mesmo está acontecendo com o governo federal, que também está investindo forte no produto lácteo. Ainda agora serão destinados mais 60 milhões na modernização do serviço de defesa sanitária. Atualmente, no Estado a produção é de 11 milhões de litros leite/dia. A expectativa é de que este volume dobre em curto espaço de tempo. A administração municipal de Três de Maio acreditou no leite, em 2009, quando criou o Programa Municipal Sustentável do Leite.
ELE SABIA  -  "Lula sabia de tudo sobre o mensalão. Ele sabia de tudo e por isso não abriu um único processo investigatório, uma única auditoria, falo isso com muita tristeza. Eu nunca imaginei que tivessem coisas relacionadas a crimes, assassinatos, além dos crimes contra a administração pública."   Heloísa Helena, ex-petista, hoje vereadora em Maceió.




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