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Conto do bilhete e outros golpes via telefone exigem atenção da vítima

04/11/2013 - Por Jornal Semanal
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Prática já conhecida por muitas pessoas, mas também desconhecida por outras devido às várias formas nas quais pode se apresentar, ligações telefônicas e abordagens na rua por estranhos podem resultar em crimes como o "golpe do bilhete". Criminosos que utilizam esse artifício podem se manifestar tanto via telefone quanto pessoalmente.
Para não cair nesses golpes é necessário observar os detalhes e não se deixar levar pela emoção do momento, pois é com a surpresa momentânea que os bandidos mais contam para enganar suas vítimas.
Uma das formas de contato do bandido com a vítima se dá por telefone, quando o criminoso liga e conta uma história, geralmente identificando-se como sobrinho ou parente da vítima, dizendo, por exemplo, que sofreu um acidente, que seu carro quebrou e precisa de ajuda.
Alguns conhecimentos sobre parentes da vítima, por mais superficiais que sejam, são úteis ao bandido nessa hora, como o nome de um parente distante, cidade onde mora etc. Após "fisgar" sua vítima, o criminoso pede que a mesma faça depósitos bancários de certos valores. É comum que, se obtiver sucesso na primeira tentativa, o bandido ligue novamente dizendo que quebrou alguma outra peça do carro e precisa de mais dinheiro.
Em outras ocasiões o criminoso pode abordar pessoas na rua e dizer que tem um bilhete premiado (no valor de R$ 100mil, por exemplo), mas tem que viajar e não poderá ficar para retirar o prêmio, mas, se a vítima lhe der uma certa quantia em dinheiro (R$ 2mil ou valor parecido), ele dá o bilhete para a mesma.
Esse tipo de golpe também pode ser praticado em mensagens de celular, pelas quais a vítima fica sabendo que "ganhou" um prêmio e tem que responder a mensagem enviando dados bancários, pessoais etc. A diversidade de golpes é muito grande, pois depende apenas da criatividade dos bandidos.

Orientações
Delegado responsável pela Delegacia de Polícia de Três de Maio, João Vittorio Barbato reforça a tese de que a vítima deve prestar atenção aos detalhes: "Não existe motivo para alguém ser contemplado com alguma coisa sem ter participado de um sorteio ou algo que leve a possibilidade de ganhar algum prêmio". Sobre o perfil das vítimas desse tipo de crime, ele diz que pessoas de idade mais avançada e de baixa instrução tornam-se os alvos mais frequentes, mas isso não significa que estes sejam os únicos alvos.



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