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02/12/2013 - Por Yara Lampert
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Terceira Idade, a Melhor Idade
O conceito de envelhecimento, felizmente, mudou bastante, e para melhor. Se analisarmos o conceito social a respeito do idoso de algumas décadas pra cá, perceberemos uma evolução bastante importante nos quesitos de cultura, sociedade, medicina, qualidade de vida e diversão. 
A terceira idade, ou a melhor idade, como alguns preferem, é digna de muito respeito e admiração, e até digo "eles (as) estão vivendo e curtindo a vida de forma muito mais leve e descontraída do que muitos jovens". São autênticos, alegres e determinantes em muitas ações, e, de forma organizada buscam o espaço, que lhe é de direito.

Dados dos Idosos em Três de Maio
Em Três de Maio, os idosos representam ¼ da população, são 6.000 idosos, ativos e inseridos na sociedade. Para eles, o nosso carinho, respeito e o direito a acessibilidade.

Moda
Os vestidos estão com tudo no verão. As apostas vêm em tons fortes, como verde, azul, amarelo e laranja, os estampados também fazem a diferença nesta estação. Os tecidos leves e com um bom caimento, serão os queridinhos da temporada.

Férias 
O verão vai chegando e muita gente já começa a pensar nas férias. Descanso, vida boa. Segundo dados do Ministério de Turismo, com 76%, a preferência dos destinos mais procurados pelos brasileiros são as praias do nordeste. 

A Importância do abraço
Uma terapeuta de família americana afirmou que precisamos de no mínimo 8 abraços por dia, é que 12 abraços diários,  seria o número adequado para crescermos maduros.  Abraçar é uma terapia medicinal, acalma. Pesquisas demonstram que abraçar (e rir também) é extremamente efetivo para curar doenças (como a pressão arterial), solidão, depressão e ansiedade, e ainda ajuda a melhorar nossa memória. Mas, segundo estudos da Universidade de Viena (Áustria), os benefícios somente virão quando abraçarmos alguém de quem gostamos, em quem confiamos. E mais: o efeito pode ser contrário quando o abraço vier de uma pessoa não tão agradável; segundo o autor do estudo da Universidade de Viena, o neurofisiologista Jürgen Sandkühler, quando não gostamos daquela pessoa que nos abraça, nosso corpo libera cortisol, o hormônio do estresse. Nesses casos, interpretamos que está ocorrendo uma violação do nosso espaço pessoal, e podemos nos sentir ameaçados.


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