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Respeito é bom e eu gosto! (Ainda mais pagando...)

10/02/2014 - Por Jornal Semanal
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Acabo de ir e vir de Curitiba, em menos de quatro dias, utilizando dos serviços rodoviários da empresa Real/Reunidas. Estou muito, mas muito desapontada com o trabalho prestado, isso, é claro, para não dizer outra coisa, algo que seria bem mais ofensivo.
Não me considero uma pessoa/cliente metida, enjoada ou qualquer outro adjetivo do gênero, mas tenha dó... Percorrer mais de oitocentos quilômetros, cerca de treze horas de viagem em um ônibus, literalmente, em um do século passado que, por ser tão velho, não possui cintos de segurança em razão na época em que saiu de fábrica não era obrigatório, ninguém merece! Bom, talvez essa seja a razão de cobrança pelo seguro-viagem que, com sorte e fé em Deus, não será necessário utilizá-lo.
Para piorar, a constatação sobre o veículo não para por aí: poltronas massageadoras que tremelicavam tanto que, não fosse pelo cheiro oriundo do banheiro, fechando os olhos daria até pra "sonhar" que estava em algum tipo de SPA. Sem falar, obviamente, do ar-condicionado que não dava conta de resfriar o ambiente, bem como das luzes que, na tentativa de não ofuscar o sol, a lua, as estrelas e afins, não ligavam.
Putz... fiquei frustradíssima! Acabei consumindo as baterias de um notebook e de um celular pra poder ler um livro que eu precisava. Afinal, onde estão as tomadas quando mais se precisa delas? Por favor, essa eu mesma respondo: nos ônibus novos!!! Rir pra não chorar. Internet WI-FI? Claro que não tinha. Algo mais simples como água gelada? Só até o gelo derreter, e por aí vai...
E vocês talvez estejam se perguntando: nada de positivo a pontuar? Sim. Os motoristas são heróis porque têm a responsabilidade de conduzir 42 vidas em um meio de transporte nestas condições, correndo riscos, inclusive o de ter ataques de nervos por terem de responder às perguntas e reclamações de passageiros aflitos por segurança e algum tipo de conforto... só mesmo tendo uma família pra sustentar!
Não me levem à mal... Não tenho absolutamente nada contra o que é antigo, mas se não for servir como peça decorativa tem que estar funcionando em perfeitas condições, ainda mais se estou pagando. E tenho dito!

*Moradora de Três de Maio



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