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Mulheres que se reinventam

14/03/2014 - Por Jornal Semanal
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Duas profissionais contam como promoveram grandes mudanças em suas carreiras e em suas vidas

No dicionário, reinventar significa recriar algo a partir do que  
já existe, transformar a si, a algo ou outrem. Há quem diga 
que reinventar-se não significa dar passos minúsculos para se tornar levemente outra pessoa, mas sim mergulhar de cabeça em uma nova e melhorada versão de si mesmo. Não importa se em doses homeopáticas ou em dose  única, é  importante compreender que mudanças requerem planejamento e que recomeçar na vida ou na carreira depende de força de vontade, foco e determinação. 
Nesta reportagem do Jornal Semanal, a segunda no mês de março em homenagem as mulheres, o exemplo de duas representantes do sexo feminino que decidiram renovar, se permitir e se encontrar.


De dona de casa a vice-diretora administrativa

Se viver é transformar-se, podemos dizer que, através de nossas escolhas, vivemos a experiência da renovação. Às vezes pela necessidade de adaptação, outras para não se acomodar, na tentativa de realizar nossos sonhos e almejando ser feliz. Àqueles que possuem a capacidade de lidar com os desafios e as transições normalmente alcançam o sucesso. Quedi Sônia Schmidt é um bom exemplo de mulheres que se reinventam.
Aos 57 anos, a vice-diretora administrativa da Sociedade Educacional Três de Maio (Setrem), antes de retornar ao mercado de trabalho e se tornar a bem sucedida profissional que é, passou 14 anos de sua vida como dona de casa. 
Casada a 37 anos com Elimar, o conheceu em 1973, quando ambos trabalhavam na agência Volkswagen Auto Mecânica Buricá SA. "Em 1977 casamos, tivemos o nosso primeiro filho em 1979 (in memorian), após Deus nos abençoou com duas filhas,  a Lisiane e a Letícia. Permaneci na empresa até o nascimento da Lisiane e, na época, concordamos que seria melhor que eu exercesse apenas as atividades do lar", conta. 
Um ano e nove meses depois nasceu Letícia. "Quando minhas filhas começaram a ir no jardim de infância, e eu ficava meio dia sozinha, sentia que também tinha que trabalhar. Daí comecei a tricotar blusões de lã, cheguei a confeccionar muitos", recorda.

 "Sempre sonhei em ser alguém importante, 
estar atrás de uma mesa atendendo, 
escutando e auxiliando pessoas".


De farmacêutica a empresária de "artes"

Outra mulher que merece aplausos pela sua coragem em mudar e se reiventar é Larissa Karina Beck, 30 anos.
Formada em Farmácia pela Unijuí, em 2006, Larissa sonhou em ter o próprio negócio e realizou. Mas com o passar dos anos percebeu que aquilo já não a fazia tão feliz como imaginava. "Ser administradora, farmacêutica, gerente, um pouco psicóloga, coordenar uma equipe e lidar com a saúde e a doença das pessoas, é muito mais complicado do que se pensa! Foram anos inesquecíveis na minha vida, onde aprendi muito, me relacionei com as pessoas, me "apaixonei" mais ainda pela profissão, mas me decepcionei muito também", declara.
Depois de perceber que trabalhava na área que escolheu, exercendo a profissão para a qual tanto estudou, se deu conta de que o principal ainda faltava e colocou sua empresa à venda. "Não foi fácil decidir, não foi fácil mudar, mas resolvi arriscar. Resolvi buscar aquela pecinha da felicidade que tanto buscamos. Quando vendi a farmácia, não tinha certeza do que eu iria fazer e que rumo seguiria. Mas minha decisão foi a mudança. Então, aos poucos, a minha segunda paixão (que até então estava em segundo lugar), passou a ser aguçada em meus planos", revela. 


"Com certeza, eu faria de novo e de novo...
 Hoje me sinto mais leve, mais feliz!"


Confira a matéria completa no Jornal impresso.




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