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Desejo de matar, ser morto ou morrer

17/04/2014 - Por Jornal Semanal
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Estudos mostram que a maioria das pessoas que cometeram suicídio deu algum sinal de sua intenção, seja na forma de ameaças verbais ou comportamentos autodestrutivos. É importante ficar alerta às pessoas que já tentaram suicídio uma vez,  estas são as que têm alto risco de recorrência.

Perder alguém que amamos para a morte seja qual for a razão (enfermidade, acidente, assassinato...) é doloroso, difícil de aceitar ou entender. Mesmo em casos de doença terminal, quando sabemos que o inevitável irá acontecer e nos preparamos para o fim, ainda assim sofremos muito.

Mas e quando alguém tira a própria vida? No momento em que pensamos que está tudo normal, tudo bem, como lidar com a notícia de que uma pessoa de nossa convivência tenha escolhido morrer? Como não se percebeu que havia algo de errado? Poderia ter sido evitado? Por que, afinal, não pediu ajuda?

Perguntas sobre suicídio são muitas. Respostas nem sempre exatas para amenizar o sentimento de impotência que vem acompanhado deste ato, que para muitos representa fraqueza, covardia e, para outros, reflete a coragem de acabar com uma situação considerada insuportável.
Para falar sobre o assunto, a reportagem do Jornal Semanal entrevistou a psicóloga clinica (CRP 07/08018) e professora do Curso de Psicologia, Evandir Bueno Barasuol,  que  fala sobre as principais motivações, perfil em potencial, sintomas e outras questões que podem auxiliar a compreender melhor esse comportamento.


FOTO: ALINE WINTER


Confira na íntegra, a entrevista da psicóloga Evandir, no jornal impresso






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