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E quando a decisão é sua...

17/04/2014 - Por Jornal Semanal
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O ser humano nasce e aprende que só há uma única certeza na vida: todos morrem um dia! E, não se sabe quando nem como. Mas parte da população mundial decidiu pelo direito de escolher a hora de sua morte, pedir que um terceiro o faça ou ainda, determinar a hora do "outro" morrer.
A Eutanásia, prática conhecida e utilizada desde a antiguidade, atualmente é legalizada em vários países, se estendendo, inclusive, a crianças, sem limite de idade. O tema gera discussões e circunda da psicanálise à medicina, da religião à ética, enfim, dá pano pra manga no que diz respeito ao certo e errado, humano ou cruel.

Falta de fé?
A partir do nascimento do judaísmo e do cristianismo, a vida passou a ter um caráter divino, e Deus era o único ser que poderia tirar a vida de alguém, logo, a eutanásia ou o suicídio assistido, direito de tirar a própria vida, começou a ser condenado. E foi a partir do direito moderno que a prática passou a ser criminalizada.

O Jornal Semanal convidou o padre da Paróquia Nossa Senhora da Conceição, Afonso Werle,  e a pastora da Comunidade Evangélica São Paulo, Mariza  Allebrandt, para abordarem o assunto do ponto de vista religioso.




Pe. Afonso Werle: Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância" (João, 10,10).
"Esse é o caminho que as igrejas cristãs devem seguir e abraçar."



Pastora Mariza: "Como cristãos devemos buscar ajudar
quem passa por momentos difíceis,para que possa enxergar alternativas."


Confira as entrevistas e a matéria completa no jornal impresso







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