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Cartão Emergencial Rural deve injetar mais de R$ 200 mil na economia local

24/08/2012 - Por Jornal Semanal
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Um auxílio que vem depois de alguns meses do fim da seca, mas com prejuízos que continuam se estendendo. O Cartão Emergencial Rural foi a forma que o Governo Estadual encontrou para amenizar um pouco as dificuldades causadas pela seca. Na sexta-feira, dia 17, no Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Três de Maio e São José do Inhacorá foi iniciado a entrega do Cartão Emergencial Rural para os beneficiados em Três de Maio, que são 550. No ato oficial esteve presente além do presidente do Sindicato, Pedrinho Signori, o gerente do Banrisul em Três de Maio, Dirceu Novatzki e Alfeu Müller, coordenador regional da secretaria do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo do Rio Grande do Sul.
Segundo Pedrinho para os beneficiados é uma ação benéfica. "Claro que a seca foi para todos, mas de acordo com o enquadramento do Estado não são todos beneficiados. São 550 beneficiados totalizando cerca de R$ 250 mil em Três de Maio", ponderou.

Os cartões são entregues em ordem alfabética, caso alguém não tenha retirado no dia da letra inicial do nome, ainda poderá buscá-lo. O valor de R$ 400,00 pode ser usado para aquisição de alimentos humanos e animais e insumos agrícolas em lojas e mercados conveniados ao Banrisul.

Em São José do Inhacorá a entrega já havia iniciado no começo da semana passada, com a distribuição de 236 cartões, o que totaliza o valor aproximado de R$ 94 mil.

Esta ação, conforme Alfeu Müler, é uma resposta do governo do Estado aos anseios e a busca dos sindicatos por apoio. Foram disponibilizados R$ 45 milhões em todo o Estado. "O intuito, além da ajuda, é que o agricultor use o cartão no seu município, fazendo girar a economia do comércio local", esclareceu.


Não há taxa para o uso do cartão

A informação de que alguns estabelecimentos estariam cobrando uma taxa pelo uso do Cartão Emergencial Rural trouxe à tona a legalidade da prática. Segundo o gerente do Banrisul, Dirceu Novatzki, a cobrança ou desconto no valor do cartão pelo seu uso é ilegal. "Os estabelecimentos conveniados não  podem cobrar  taxas aos detentores do cartão. Os estabelecimentos estavam cientes das despesas que teriam para o recebimento do cartão e que não poderiam repassar este valor", esclarecee Dirceu.




 "Este auxílio precisava ter vindo antes, mas ainda é necessário.
Até precisaria mais que este valor, mas já ajuda."
Armindo Dudar, de Caúna Baixa. Ele irá usará o valor
para comprar os alimentos para a família e insumos
para a propriedade.





"Veio em boa hora. Essa ação é muito boa, pois vai ajudar
várias pessoas. O valor não é alto, mas ajuda para ser
usado para adquirir alimentação e insumos agrícolas e
isso colabora com os agricultores."
Airton Volnei Brudna, de Vila Machinha,
que teve perdas na soja,
no milho e no leite.


Fotos: Deisi Fabrim



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