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Economia para Consumo

03/10/2014 - Por João Seno
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À GUISA DE COMENTÁRIO - NÃO É PRECISO TER VERGONHA Está na moda declarar que nasceu pobre. Os candidatos não fazem isso? Usam e abusam. Mas batalhou na vida, faltando comida na mesa, dinheiro no bolso e sem as mínimas condições de saúde e moradia. E mesmo assim foi ser alguém na vida. É o contrário do que dizem de quem nasce abastado: avô rico, filho remediado e neto pobre. Não é, pois, nenhuma vergonha nascer pobre. Vergonha que o colunista poderia ter, porque também teve uma infância não propriamente pobre, mas miserável. Mas não se resignou. Tratou de subir a escada. A vida é dos que não se abatem e que não se resignam. Não são poucos os que têm a mesma sina. São políticos que vieram lá de baixo. São atletas que nasceram no meio da miserabilidade. São profissionais que têm origem em famílias humildes. Não é preciso ter, pois, vergonha de ter sido pobre. Vergonha, sim, é jogar a vida fora, envolvendo-se em baixezas, rolando na lama de vícios incuráveis e da criminalidade. É como uma árvore que nasce raquítica, mas se alguma mão amiga lança um generoso adubo, se torna uma árvore frondosa, carregada de frutos.

NÃO GOSTAM  - É impressionante o percentual de pessoas que não gostam de trabalhar. Seriam, segundo o IBGE, 17,375 milhões de brasileiros que adoram não trabalhar. É muita preguiça para meu gosto. É preciso saber o que fazem essas pessoas no mercado de trabalho. Até há professores que não querem lecionar. Razão: a profissão não seria atrativa. Ah!  e o salário!

A LADROEIRA ESTÁ GRANDE - Está imensa a ladroeira por toda parte. Até o báculo do arcebispo da diocese de  Porto Alegre roubaram. O que o ladrão vai fazer com o báculo não se sabe. Lições de roubalheira é que não faltam.

NOSSO ASFALTO - Apesar de tratar-se de recapeamento, o asfalto de nossas ruas durou 30 anos. Agora, está na última lona e precisa de recuperação. No entanto, pasmem, existem rodovias asfaltadas a menos de um ano e já estão cheias de buracos, necessitando de remendos. Crítica veladas nas redes sociais não resolvem. É preciso botar a mão na massa.

NOSSA CAMPANHA ELEITORAL ESTÁ MOSTRANDO CLARAMENTE QUE OS FINS JUSTIFICAM OS MEIOS.

HÁ DOIS TIPOS DE TRABALHADORES: OS QUE FAZEM SUA PARTE E OS QUE NÃO FAZEM.


COISAS DE ELEIÇÕES - No domingo, 143 milhões de eleitores vão às urnas para escolher o presidente da República, o governador, um senador, deputados estaduais e federais. Algumas perguntas se impõem:  1  -  por que o voto continua obrigatório? 2 - por que eleições a cada dois anos? 3 - por que atormentar os eleitores com 45 dias de propaganda pelo rádio e pela TV? 4  - por que as coligações continuam sendo permitidas? 5  - por que cada candidato não paga sua campanha?   

O MUNDO ESTÁ EM POLVOROSA: HÁ GUERRA POR TODO LADO. MORRE GENTE AOS MILHARES. ASSALTOS EM QUASE TODAS AS ESQUINAS. ROUBA-SE A TORTO E A DIREITO. É O MUNDO DE HOJE. E OS GOVERNANTES POUCO OU NADA FAZEM PELO CIDADÃO QUE PAGA ESCORCHANTES TRIBUTOS.




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