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Meses de espera comprometem eficácia da lei

10/10/2014 - Por Jornal Semanal
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Entraves, principalmente no Sistema de Informações do Câncer, estão comprometendo o cumprimento da Lei 12.732, que assegura a pacientes com diagnóstico de câncer o início do tratamento em até 60 dias

Entre abril e junho deste ano, uma pesquisa encomendada pela Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama), entrevistou 54 gestores estaduais de saúde, além de amostras selecionadas em hospitais e centros de tratamentos de câncer do Sistema Único de Saúde (SUS) de todas as regiões do País, com o objetivo de mapear os avanços do cumprimento da Lei 12.732, que entrou em vigor em 2012, e assegura a pacientes com diagnóstico de câncer o início do tratamento em até 60 dias.

A presidente do Imama, Maira Caleffi, afirma que a lei não está sendo plenamente cumprida. "A importância da lei dos 60 dias diz respeito justamente à rapidez do diagnóstico. Quanto mais tardio ele for, menor será a chance de cura da paciente", explica, afirmando ainda que existem três entraves que retardam a execução da lei. "Um deles é o Sistema de Informações do Câncer (Siscan) que, na prática, não funciona. Também falta um plano de ação elaborado pelo governo e uma cobrança da população. Além disso, há relatos da falta de repasse de recursos especiais para a aplicação dessa lei".

Confira as entrevistas desta Reportagem Especial na versão impressa do jornal.





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