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Economia para Consumo

07/11/2014 - Por João Seno
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À GUISA DE COMENTÁRIO - JUSTIFICAR VITÓRIAS E DERROTAS - Não é nada fácil. Mas as justificativas boas ou não, vêm à tona. Os perdedores querem encontrar a causa do insucesso. E os vitoriosos querem mostrar onde acertaram e porque acertaram. Sobretudo, os marqueteiros dão o ar da graça. Eles chamam para si a razão da vitória. Foi o marketing que deu certo, dizem. Muitas vezes é balaca. Mas que o marketing tem sua força, isso tem, vamos combinar. Todavia, entender  toda a extensão de uma derrota e de uma vitória não é nada simples. Por que alguém é derrotado em sua terra natal, onde prestou tantos serviços e alguém que nada fez, canta vitória? Por que alguém que nada promete vence o pleito de forma estrondosa? São os mistérios que somente os votantes podem esclarecer. O universo dos votantes é muito diversificado. As razões de preferir A ou B às vezes nem têm explicação, porque muitos votam pelo instinto, pelo impulso e, até na incerteza, podendo até confundir o número do candidato. Não vamos, pois, tornar pétrea a convicção de que todo voto é consciente. Então, ganha quem tem mais votos nas urnas.

RESPINGOS DA ELEIÇÃO - "Estamos longe do colapso, mas muito perto de notícias desagradáveis na economia e no emprego". A colocação é do ex-ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega. Tomara, contudo, que esteja errado.

"MENTI, MENTI! ALGUMA COISA SEMPRE HÁ DE FICAR".
Este princípio foi adotado pelo nazista Joseph Goebbels e também  pelo stalinismo na Rússia. Agora está sendo usado em terras brasileiras.

ESTE FOI LONGE -
O ex-aluno, Armindo Denardin, que frequentava o Normal de 2° Grau no final da década de 1.960 no Cardeal Pacelli foi tão longe que construiu seu império no estado do Pará, aliás em cinco estados do Nordeste, Norte e Centro-Oeste. O tresmaiense Armindo Denardin é hoje o diretor- presidente do GRUPO MÔNACO e da AGROPECUÁRIA PINGUIM. No dia 20 de novembro, o nosso conterrâneo vai lançar sua obra autobiográfica, em Belém do Pará. E o ex-professor do empresário-mor está convidado para o lançamento. Pode?

RECÉM-ELEITOS QUEREM AUMENTO -
Há uma disparidade abissal entre os valores que ganha um profissional e os políticos e algumas classes privilegiadas. Mal eleitos, os deputados federais e senadores querem que seus subsídios sejam guindados para R$ 35.900,00 mensais, para igualar os subsídios polpudos dos membros do Supremo Tribunal Federal. E ao que tudo indica, vão conseguir. E os assalariados ficam com seus escassos R$ 800,00. E aos professores não se faculta que ganhem R$ 1.679,00 - PISO NACIONAL - por 40 horas semanais. Depois falam em igualdade, em justiça social. Um parlamentar vai custar R$ 147.000,00 por mês, a partir de 2015.

POR QUE ISSO? - Mal terminado o pleito, começaram os protestos pela reeleição de Dilma Rousseff. Por que será? Estão pedindo auditoria das urnas eletrônicas usadas no segundo turno. E  já querem o impeachment da presidente Dilma. Algo não está cheirando bem. Haveria falta de transparência na apuração de votos.

A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA TAMBÉM VAI SOFRER AUMENTOS EM CASCATA.




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