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A boa mãe

08/05/2015 - Por Arlete Salante
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Quantas vezes uma mãe dá a luz a apenas um filho?

A boa mãe promove de diversas formas o nascimento da inteligência, a capacidade de resolver os próprios problemas, levando ao fortalecimento emocional.

A boa mãe não faz o dever, mas acompanha e orienta, percebe as dificuldades e incentiva a superação

A boa mãe pode parecer má quando impõe limites, não aceita birras nem chantagens infantis.

A boa mãe transmite segurança, reconhece a singularidade que traduz a autenticidade. Identifica os talentos e desafia a desenvolvê-los.

A boa mãe não prende nem aprisiona, cria os seus filhos para alcançar autonomia e liberdade de ser e existir. Não poda as asas, mas ensina a voar.

A boa mãe realiza primeiro a si e, por isso,  tem o que oferecer, não precisa tirar nada dos filhos, não precisa fazer deles seu troféu e muito menos colonizá-los para viver.

A boa mãe dá a luz por escolha da sua própria natureza, não por exigência ou cobrança social ou familiar, e só por isso, já é plena.

A boa mãe confia nos ensinamentos que passou, é segura da sua tarefa e assim, não neutoriza de preocupação.

A boa mãe existe dentro de homens e de mulheres que não precisaram gestar no próprio ventre para exercer o papel da maternagem. A vida escolhe e lhes atribuí a função materna que ascende à inteligência e à humanidade.

Dar a luz é trazer à vida, ascender às possibilidades humanas, porque o nascimento do EU é contínuo para quem não se fecha a renovação.




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