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Usuários do SUS podem ficar sem atendimento no Serviço de Urgência/Emergência do HSVP

05/06/2015 - Por Jornal Semanal
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Com o cancelamento do atendimento no serviço Urgência/Emergência, através do  Programa Portas Abertas pelo Governo do Estado, com o Hospital São Vicente de Paulo de Três de Maio, a instituição pode deixar de atender aos usuários do SUS a partir de 20 de agosto.  Para buscar uma solução, o prefeito de Três de Maio, Olívio José Casali e comitiva esteve reunido com a equipe do Sistema de Urgência e Emergência da Secretaria Estadual da Saúde para buscar uma solução para que os usuários do SUS não fiquem sem atendimento

Executivo municipal busca solução para o impasse da Urgência/Emergência
Com a notícia do cancelamento do atendimento de Urgência e Emergência pelo Programa Portas Abertas pelo Governo do Estado com o Hospital São Vicente de Paulo de Três de Maio, o prefeito Olívio José Casali, acompanhado da secretária de Saúde, Jacira Taborda; do Chefe de Gabinete, Leandro Maehler e do coordenador da 14ª Coordenadoria Regional de Saúde, Jorge Leandro Krechowieck esteve reunido nesta semana com  diretor adjunto, Rogério Selie da Silva, e equipe do Sistema de Urgência e Emergência do Estado para encontrar uma solução, para que usuários do SUS não fiquem sem atendimento.

Convênio com o governo do Estado será encerrado

Conforme o governo do Estado, através do programa, são repassados mensalmente R$ 105 mil pelo Estado do Rio Grande do Sul ao Hospital São Vicente de Paulo, porém o convênio será encerrado no próximo dia 20 de agosto. "O encerramento do programa Urgência e Emergência do Estado não faz parte dos cortes anunciados pelo governo do Estado, mas sim pela vontade dos dirigentes do Hospital São Vicente de Paulo", afirma Rogério Selie da Silva.

No encontro na Capital do Estado, a Secretaria de Saúde se dispôs a encontrar soluções para o impasse criado, através da 14ª Coordenadoria Regional de Saúde e com os gestores do Hospital São Vicente de Paulo.

De acordo com o prefeito Casali, a administração municipal não está medindo esforços para encontrar solução para o impasse, para que o HSVP possa continuar prestando atendimento aos usuários do SUS locais e da microrregião. "Procuramos encontrar soluções viáveis para evitar crise na saúde, porque de qualquer forma o HSVP tem a obrigação de continuar dando atenção aos Serviços de Pronto Atendimento", declarou o prefeito Olívio José Casali, no retorno.

Na Secretaria Estadual da Saúde, o prefeito ressaltou que não há débito nenhum do Município para com o HSVP e, neste exercício de 2015, não há valor orçamentado a título de subvenção para instituição. Casali também mostrou as dificuldades financeiras pelas quais passam os municípios, com os cortes anunciados pelo governo federal da ordem de R$ 11 bilhões neste exercício, que deixam de ingressar nos cofres dos municípios e do Estado, além do corte de R$ 11,8 bilhões com o ajuste fiscal  do governo federal na área da Saúde. Conforme o prefeito, o município está gastando 18% da receita na Saúde, quando a legislação em vigor estabelece 15%. "Infelizmente é esta a situação que estamos vivendo neste momento. É preciso usar a criatividade, para que todos juntos possamos superar este momento difícil de crise", Casali.

FOTO: ANDERSON BAUER


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