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Economia para Consumo

31/07/2015 - Por João Seno
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À GUISA DE COMENTÁRIO - COMPLEXO UNIVERSO - Querer entender o universo e a origem de tudo é utopia. Não há como resolver as nossas dúvidas existenciais. O ser humano enxerga apenas alguns metros na frente do nariz. Como então querer entender como funciona o complexo sistema solar? Tudo tão certinho, a terra girando, o sol nascendo todos os dias uns segundos mais cedo, no inverno-primavera e cada dia alguns segundos mais tarde, no período verão-outono. Tudo fecha redondinho e os astros todos na sua órbita não colidem e não mudam de rota. Não procure entender donde vem tanto combustível que se queima no astro sol, que aquece todos os dias o planeta Terra, durante milhões de anos. Há seres humanos que simplificam tudo e querem explicar todos os fenômenos existenciais cientificamente. Somos os seres humanos muito limitados, mal sabemos a composição química de alguns elementos. É preciso reconhecer a limitação da capacidade humana, do contrário, ao menos, alguém já teria produzido uma semente que germinasse. Sempre há muito alarde, quando acontece alguma descoberta e os nomes dos inventores ficam na história. Só que o complexo universo continua um mistério e as dúvidas existenciais continuam.

É CAOS À VISTA -
Não é debalde a grita dos hospitais e funcionários de hospitais nesta quadra difícil da história da saúde. Por que a grita se levanta? Vejam só: a União deveria gastar 10% da receita em Saúde e só gasta 4%. Mas gasta 48% da receita para pagar juros bancários. O Estado devia 544 milhões aos hospitais filantrópicos, desde o governo anterior. E o governo federal paulatinamente está diminuindo a sua participação na área da Saúde. Este é o motivo do caos. É melhor sentar juntos e dialogar do que gritar e protestar.

TEM JEITO - Quando existem aumentos excessivos, é preciso dar jeito, para adaptar o orçamento. E o jeito que é preciso dar é de gastar menos. Isso vale para o combustível, a energia, água, roupa, utensílios e quejandos. Não vale para a comida. Os comes e bebes é preciso saber diversificar.

ASSIM NÃO TEM JEITO - "Os 39 ministérios de Dilma custam mais de R$ 400 bilhões por ano e empregam 113 mil apadrinhados. Só os salários consomem R$ 214 bilhões - quase quatro vezes o ajuste fiscal que a presidente quer fazer às custas da sociedade". Quem escreveu? A jornalista Izabelle Torres. E quem paga esta farra é o povo, o sofrido povo que tira da mesa para dar aos apadrinhados.

CONGRESSO FAZ PRESSÃO - A presidente Dilma, com a popularidade reduzida a 9%, pressionada pelo Congresso e pelos protestos nas ruas, pode ser forçada a repensar a estrutura da burocracia que ajudou a criar. Informações oriundas do Planalto deram conta de que um estudo teria sido encomendado à Casa Civil, visando a redução no número de pastas. Fala-se em redução para 20 ministérios. Será? Resta saber se a presidente ficará mais uma vez na retórica ou atenderá o clamor público. Até um slogan, talvez enganoso, foi lançado:"MENOS BRASÍLIA, MAIS BRASIL". Que belo!

PRESENTE CONSTRANGEDOR -
Sem dúvida, engenhoso o projeto da cruz de Cristo no contexto da foice e do martelo, símbolo do comunismo, presente oferecido por Evo Morales, presidente da Bolívia, ao Papa Francisco. O projeto seria de um padre jesuíta. Só que os princípios comunistas não se coadunam com os princípios da religião católica. Por isso, presente constrangedor e indigesto. O Papa vai guardar isso onde? 



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