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35º Núcleo do Cpers/Sindicato decide hoje se greve vai continuar

04/09/2015 - Por Jornal Semanal
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Com apenas R$ 600,00 pagos até o momento pelo trabalho do mês de agosto, os professores da rede pública estadual decidiram continuar em greve até a próxima sexta-feira, 11. No dia 18 de agosto, em uma assembleia conjunta das categorias afetadas pela decisão do governo em parcelar os salários, foi decidido que a greve deveria ser mantida até ontem, 3.
Além dos docentes, os familiares de Policiais Militares também anunciaram que irão manter os bloqueios de batalhões até a próxima semana, como já vem acontecendo em alguns municípios do Rio Grande do Sul. As mais de 40 categorias que aderem ao movimento unificado confirmaram ao menos mais um dia de mobilização e devem decidir se vão seguir com mais uma semana de protestos.
Segundo o presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos do RS (Fessergs), Sérgio Arnoud, há opção de muitas categorias por manter os serviços suspensos. Ele afirma que pelo menos até hoje a paralisação segue normalmente e, à tarde, será feita a avaliação da próxima semana. Algumas categorias querem continuar até o dia 11, mas as demais também devem ser ouvidas.

Salário em quatro parcelas
Na segunda-feira, 31, o governador José Ivo Sartori realizou um pronunciamento no Palácio Piratini, onde confirmou o parcelamento dos salários dos servidores estaduais e detalhou o cronograma de pagamentos, que serão feitos em quatro parcelas. Além dos R$ 600,00 que já foram depositados, mais R$ 800,00 devem ser pagos até o dia 11.
No dia 15, está programado o crédito de R$ 1.400,00. A parcela complementar para quem ganha acima de R$ 2.800,00 será creditada até o dia 22. Esta medida causou indignação e motivou os protestos. Ainda na segunda, os servidores iniciaram uma greve de quatro dias que está afetando serviços de educação e segurança.
A Fessergs estima que cerca de 100 mil servidores tenham aderido à paralisação. Professores, policiais civis e militares e agentes penitenciários foram os que mais participaram do movimento até agora. Em Três de Maio, as paralisações vêm atingindo a Polícia Civil e as escolas da rede estadual de educação.

Na foto: Polícia Civil de Três de Maio também aderiu à paralisação. Atendimentos estão restritos somente a casos de emergência

FOTO: REPRODUÇÃO FACEBOOK/Ugeirm Sindicato




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