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COMPETÊNCIAS SÓCIO-EMOCIONAIS

18/09/2015 - Por Arlete Salante
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Vivemos uma série de problemas sociais que afetam toda a população. Do aumento da violência urbana e rural aos relacionamentos superficiais, doentes ou aprisionantes entre as pessoas. 
Para a criminalidade, o Estado oferece a lei que o próprio sistema não dá conta, ele pouco recupera o humano, quando não o torna mais agressivo e ameaçador da ordem social. Por isso, é preciso trabalhar nas origens dos problemas.
 Para os relacionamentos entre as pessoas com ambiente saudável, respeitoso e colaborativo, pesquisadores acreditam que a escola pode trabalhar no desenvolvimento de  habilidades sociais e emocionais, as chamadas COMPETÊNCIAS SÓCIO-EMOCIONAIS . Mas, será que atribuir ao professor a responsabilidade de preparar as crianças para a vida isenta os pais de desenvolver o bom ambiente familiar? Será que os professores estão preparados para esta função? 
A escola e os modelos educacionais percebem-se na necessidade de se renovar e se preparar para as novas gerações que chegam com necessidades distintas, e de alguma forma precisam ser supridas, entre elas desenvolver as  competências sócio-emocionais. Mas, percebe-se que a escola só pode reforçar o desenvolvimento destas competências se elas começaram em casa.
É importante ter claro que as questões sociais, o modo como a sociedade caminha, as problemáticas instaladas que influenciam na vida de todas as pessoas refletem os fenômenos psicológicos atuais. Vivemos o aumento dos transtornos de personalidade delinquente, narcísica, bipolar, depressiva, ansiosa dentro da normose = neurose + normalidade. A cultura vigente reflete as pessoas de hoje. A dinâmica do consumismo impulsiona a economia, serve para satisfações breves e também para evitar as insatisfações reais da vida. 
O tripé EDUCADORES, ALUNOS E PAIS OU RESPONSÁVEIS vem sendo apresentado por pesquisadores, como a base para uma nova formação cultural com o comprometimento e a responsabilização dos implicados. 
Os adultos são formadores de cultura, são os exemplos seguidos não somente na escola ou na faculdade, mas antes, dentro de casa. Melhorar a sociedade, reflexo de cada pequeno núcleo familiar, aumenta o bem estar social, a produtividade do país e desenvolve líderes de alta performance.








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