Sábado, 19 de janeiro de 2019
Ano XXX - Edição 1541
(55) 3535-1033
jsemanal@jsemanal.com.br
diagramacao@jsemanal.com.br

Economia para Consumo

02/10/2015 - Por João Seno
Tweet Compartilhar
À GUISA DE COMENTÁRIO - CONFIANÇA - Não pode faltar de jeito nenhum. Na família, na empresa, nas instituições e, sobretudo, no governo deve haver absoluta confiança. Do contrário, tudo vai à breca. Nada se consegue, quando reina clima de traição. Não se pense, contudo, que são muitos os homens ou mulheres de confiança. São, digamos, raridades. São pedras preciosas, por isso, procuradas, muito procuradas por empresários e gestores. A família vai bem, quando na cabeça existem pessoas de confiança. A empresa vai bem obrigado, se o diretor pode contar com pessoas de confiança nos postos-chave. E a gestão pública, idem, obtém sucesso, se nos principais postos existem pessoas que respondem com absoluta confiança. O contrário também é verdadeiro. Nestes tempos bicudos e de falta de cidadãos honrados, a pérola da confiança precisa ser ainda mais valorizada. No meio do capinzal da fraudulência é difícil achar uma dessas pedras preciosas. Quem tiver uma dessas preciosidades guarde-a a sete chaves. É preciso dar valor àquilo que tem valor. O ouro tem grande valor, por causa da raridade. 
MUITA BALACA E POUCA AÇÃO: É a tônica do governo federal, agora, já que o estoque de mentiras terminou. 
O QUE FOI AQUILO! - A presidente Dilma assistindo o desfile de 7 de Setembro, atrás de um tapume de lata. Um desafio ao ridículo na data maior de nossa história. Mas é o nível de popularidade a que chegou a nossa presidente. Precisa esconder-se do povo. 
TRIGO DE NOVO - A previsão da Emater é de que a safra de trigo terá uma queda mínima de 10%. Pode ser bem maior a quebra da safra em função de fatores climáticos adversos: muita chuva, falta de frio, geada extemporânea, granizo e por aí vai. Logo, quando o dólar está nas alturas, já que o Brasil importa grande parte do trigo que consome. 
BOLO TRIBUTÁRIO - Os prefeitos chiam por causa da má distribuição do bolo tributário: 25% ficam para os estados, a União abocanha 57% e os municípios ficam com uma merreca de 18%. A chiadeira tem razão de ser. Só que paralisações pouco vão adiantar. Os prefeitos precisam parar de bater palmas para os políticos ineficientes. O sistema político brasileiro é baseado na subserviência. 
ÔNUS DO POVO - Quem vai pagar a mula roubada é o povo. Quem chia e protesta são os governantes, mas a conta quem vai pagar é o contribuinte e o consumidor. São os impostos mais caros, a energia mais cara, o gás e os combustíveis subindo, é o IPVA e o IPTU nas nuvens. São cortes de vantagens na aposentadoria e auxílio-desemprego. Até o Bolsa Família teve cortes. Tudo lançado na conta do povo que recebe maus salários. Assim despenca o padrão de vida do brasileiro.
OUTRA REALIDADE - O Centro-Oeste é outra realidade. Grandes extensões de terra e planícies e mais planícies. Tudo terra de cultura. E muita pecuária. Sorriso, região central do Mato Grosso, onde fui visitar a filha, é um município pujante com 27 anos de emancipação e 80 mil habitantes. Cidade moderna. Maior produtor de soja do mundo por município. Todas as ruas são asfaltadas, até nos bairros. O padrão de vida é alto, mas caro. A BR-163, que corta o Mato Grosso do Sul e o Mato Grosso está 100% recuperada e pedagiada pela Odebrecht Transportes. No entanto, lá também há chiadeira contra a crise e o povo quer a Dilma fora. Tudo porque já estava bem melhor. 




Indicar a
um Amigo

Comentários

Deixe a sua opinião

Veja Também

18/01/2019   |
11/01/2019   |
21/12/2018   |
14/12/2018   |
14/12/2018   |
07/12/2018   |




Todos os direitos reservados - Jornal Semanal - Três de Maio - RS