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Botafogo conclui atividades de projetos sociais

23/12/2015 - Por Jornal Semanal
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Evento teve a realização de amistosos, almoço e entrega de presentes


O Botafogo Esporte Clube teve no último sábado, 19, no estádio Estrelão, o evento de encerramento do ano de seus projetos sociais - o FutSocial Castelo Branco, de futsal e desenvolvido no Bairro Castelo Branco, e o Viva o Botafogo, Viva a Oportunidade, das categorias de base do futebol do clube. Além dos alunos atendidos, seus familiares estiveram presentes.

Hoje, entre meninos e meninas, 75 crianças participam do FutSocial, que é apoiado pela Marcenaria Castelo Branco e tem seus treinamentos nas terças e quintas, das 18h15min às 20h, na quadra de esportes do bairro. As categorias são a sub-8, a sub-10 e a sub-15.

Já no Viva o Botafogo, Viva a Oportunidade, são em torno de 130 meninos, nas categorias sub-8, sub-10, sub-12 e sub-15. Os treinos ocorrem nas tardes de terça e quinta e nas manhãs de sábado, no Estrelão. Além da empresa que apoia o FutSocial, os projetos são mantidos pelo clube e por contribuições da comunidade - tudo é proporcionado gratuitamente às crianças atendidas. "Nosso objetivo com os projetos, além da prática do esporte, é essencialmente educacional. É claro que, se conseguirmos revelar talentos, vamos trabalhá-los, encaminhá-los, mas o foco é a educação", afirmou no evento o treinador dos projetos, Carlos Alves, o Carlão.


Técnico Carlão liderou distribuição de presentes às crianças


Integração entre os projetos

Na manhã de sábado, como parte da confraternização, dois amistosos, sub-13 e sub-15, foram disputados, ambos contra a escolinha municipal de Horizontina. A equipe visitante venceu as duas partidas, por 4 a 2 e 2 a 0, respectivamente. Nos jogos, o Botafogo mesclou jogadores dos dois projetos que desenvolve.

"O objetivo foi o de integrar os alunos, aproximá-los. E hoje eles estão aí, interagindo, brincando juntos", disse Carlão no sábado. Ao meio-dia foi servido o almoço e, posteriormente, Carlão e o coordenador Luís Pereira, o Nena, falaram aos pais das crianças sobre os projetos e o trabalho desenvolvido.

"É uma honra e uma satisfação ter vocês conosco", iniciou Nena ao se dirigir aos pais. Já Carlão manifestou a importância dos esforços conjuntos para o sucesso das iniciativas. "Nós trabalhamos pelas crianças, não por nós, pelo individual. Um trabalho se torna realidade com a união de forças, e me prontifico a no ano que vem estar aqui de novo", destacou o treinador. Posteriormente, eles fizeram a distribuição, às crianças, de brinquedos arrecadados e caixas de bombons.


Para muitos deles, o sonho é o mesmo

Jogadores do Botafogo, os amigos Henrique Sparrenberger, Alexandre Henrique Griebler, Leonardo Sparrenberger, irmão de Henrique, e Gustavo Camillo de Oliveira estavam, após os jogos, sentados juntos a uma mesa, no ambiente do almoço. Dos quatro, apenas o zagueiro e volante Henrique, 7 anos, disse não saber com certeza se gostaria, futuramente, de ser jogador de futebol.

Alexandre, 10 anos, que joga no sub-10 e no sub-12 do Botafogo, ora como volante, ora como atacante, declarou que prefere atuar mais atrás e se definiu como um atleta "de bom passe e bom marcador". Quanto a jogadores de defesa que admira, ele citou os brasileiros Dante, zagueiro ex-Bayern de Munique e hoje no Wolfsburg, da Alemanha, e o lateral-direito Daniel Alves, do Barcelona - ambos disputaram a última Copa do Mundo, no Brasil. "Acho que preciso estudar bastante e treinar", analisou Alexandre quando questionado sobre o que precisaria fazer, na sua visão, para futuramente concretizar o sonho de ser jogador.

Leonardo, 10 anos, que atua como lateral-direito no sub-10, afirmou admirar o futebol do também lateral-direito Philipp Lahm, do Bayern de Munique e campeão do mundo pela Alemanha no ano passado. Para chegar à carreira de jogador, ele avaliou que precisa "treinar bastante e respeitar os outros".

Autor dos dois gols da derrota do sub-13 por 4 a 2, o atacante Gustavo, também de 10 anos, declarou que precisa "estudar, respeitar e treinar bastante" para que consiga se tornar jogador. O garoto disse se inspirar no meia-atacante argentino Lionel Messi, do Barcelona, eleito quatro vezes o melhor do mundo. "Eu sou canhoto e ele também, e eu admiro muito ele", resumiu.


Os irmãos Henrique, 7 anos, zagueiro e volante, 

e Leonardo Sparrenberger, 10, lateral-direito



Volante Alexandre Griebler, 10 anos, admira os brasileiros Dante e Daniel Alves,

 e o atacante canhoto Gustavo de Oliveira, 10, se inspira em Messi



Evolução percebida no filho

Os pais do zagueiro e lateral-esquerdo Igor Paim, 9 anos, disseram que hoje veem o filho "mais solto" depois de ter começado a integrar a escolinha do Botafogo, há aproximadamente um ano.

"Ele era uma criança muito tímida e teve bastante desenvolvimento depois que começou a participar. O Igor conheceu vários colegas que ajudaram com que passasse essa timidez dele; ele evoluiu bastante", relatou a funcionária pública Francieli Oviedo. "Ele está, inclusive, mais atencioso", comentou o metalúrgico Márcio Paim.


Pais Francieli e Márcio dizem perceber evolução do filho Igor, de 9 anos




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