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07/03/2016 - Por Jornal Semanal
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" Já são14 anos de coluna no Jornal Semanal. 
Gratidão é a palavra que resume um pouco deste trabalho. 
Grata a Deus por tanta alegria e a todos que, com sua boa energia participam com dicas, sugestões, fotos e pautas. Grata aos leitores, patrocinadores, amigos, família, direção e colaboradores do Jornal Semanal. 
Se a coluna vem dando certo ao longo destes 14 anos, 
é pelo espírito de cooperação e pelas boas vibrações de todos. 
Estou feliz e grata por tudo!"
                                                Yara Lampert


 




8 de março Dia Internacional da Mulher

Sempre que o dia 8 de março se aproxima, ouvem-se perguntas do tipo: Por que "Dia Internacional da Mulher"? Por que um dia especial para as mulheres? O que mais querem? A resposta à essas questões é complexa.  
O fato é que, as conquistas foram necessárias e atribuídas a muita luta.  Mulheres jovens, adultas, idosas, negras, brancas, indígenas, profissionais liberais, funcionárias públicas, donas de casa, políticas, mulheres de todos os segmentos da sociedade, empenharam-se e continuam engajadas em contribuir para o fortalecimento da cidadania, e, junto aos homens de valor, garantir o direito de uma sociedade fraterna, justa e feliz. Mas, se por um lado, nos mulheres, conseguimos muitas conquistas, por outro, a violência contra a mulher, ainda é um fato entristecedor, que não para de crescer. 
A pergunta é: Por que tanta violência física, moral e psicológica, contra a mulher? Por que tanta reincidência? Por que a mulher se sujeita a violência?Por que tanta morte decorrente da violência física? Enfim, tivemos conquistas sim, mas ainda falta conscientização e respeito. 
Para abordar um pouco sobre o contexto "Violência Contra a Mulher", entrevistei o delegado Dr. João Vittorio Barbato e a Dra Eliane Aparecida Resende Lopes, Juíza de Direito Titular da 2ª Vara Judicial da Comarca de Três de Maio.



"O dia-a-dia da atividade policial tem demonstrado que é 
extremamente frequente o vaivém dos relacionamentos conflituosos entre algumas mulheres e seus parceiros, sejam maridos, namorados ou conviventes, haja vista que, não obstante a existência de agressões, após um primeiro afastamento, acabam retornando ao convívio dos agressores. 
Na verdade, podemos notar que existe aí um fator cultural, especialmente entre as camadas mais desatendidas de conhecimento, onde é tido como aceitável o uso da violência para a resolução dos conflitos advindos dos relacionamentos. Alguns fatores levam as mulheres a esse retorno, seja a dependência econômica, afetiva, emocional ou, simplesmente, o próprio medo de sofrer agressões de seus parceiros, além da existência de filhos em comum. 
A Lei Maria da Penha foi instituída justamente para trazer um maior equilíbrio nessas relações e, muitas vezes, é utilizada estrategicamente pelas mulheres para o fim de efetivamente conter seu parceiro e, em alguns casos, resguardar interesses materiais, sem que tenham a real intenção do afastamento definitivo. É importante que as mulheres se conscientizem que não devem aceitar relacionamentos que lhes sejam desfavoráveis, para tanto utilizando os meios que a legislação vigente lhes disponibiliza, porém com parcimônia e responsabilidade, evitando a banalização e o descrédito com reiteradas buscas das autoridades públicas."
João Vittorio Barbato, 
10ª Região Policial - DP Três de Maio





"Prestes a iniciarmos a Semana da Justiça pela Paz em Casa, edição 2016, do dia 7 à 11 de março, nos deparamos com o número ainda alarmante dos casos de violência doméstica e familiar contra a mulher.  Entendo que, apesar dos avanços que tem sido alcançados nos últimos anos, com destaque para a edição da Lei Maria da Penha, muito ainda há a ser feito. É fundamental que se tome consciência do problema a ser enfrentado, a fim de se buscar soluções eficientes, como a educação e conscientização acerca do respeito que deve permear todas as relações sociais e familiares, sendo necessário também um acompanhamento psicológico das vítimas e agressores. 
É importante que as mulheres tenham consciência de que não é aceitável ser vítima de violência doméstica, sabendo que devem denunciar, solicitando as medidas protetivas de urgência pertinentes ao caso. Aos agressores deve ser aplicada a Lei, mas também deve ser possibilitado um acompanhamento psicológico, a fim de que tomem consciência de suas ações, permitindo-se, assim, que cesse o ciclo da violência, a fim de que famílias inteiras deixem de ser devastadas pelo desrespeito e violência contra a mulher. Em suma, o problema da violência doméstica deve ser enfrentado com muita seriedade e comprometimento por toda a sociedade, pois de outra forma não haverá avanços significativos."
Eliane Aparecida Resende Lopes 
Juíza de Direito Titular da 2ª Vara Judicial 
da Comarca de Três de Maio.





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Bianca Abeling  dando uma amostra da nova coleção outono/inverno 
da Abellique está de encher os olhos.
O lançamento da coleção acontece hoje, dia 04, e amanhã, dia 05, na loja Pega Mania. 
A coleção chega com estampas variadas, cortes modernos e tecidos nobres.  
Todos estão convidados, será servido um coquetel aos clientes e amigos!





Brenda da Cunha Sartor
no auge dos seus 15 anos, comemorados com uma belíssima festa 
no último sábado, dia 27, na AABB. Arrasou, felicidades! 






Férias é muito bom, em família é melhor ainda; 
Rossana, Ana Laura, Eliane, Érica, Júlio, Maria Eduarda, Luiza e Pamela
O registro é em Torres no morro do farol!




Super lindas, Luísa Maier e Jaqueline Medina 
em Ponta das Canas - Floripa/SC



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