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Até ontem, apenas uma escola seguia com aulas normais; outras duas mantinham atividades parcialmente

20/05/2016 - Por Jornal Semanal
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Rede estadual tem nove escolas em Três de Maio, que reúnem mais de 2,2 mil alunos

Das nove escolas estaduais de Três de Maio, apenas uma, a Benno Meurer, na localidade de Caúna, mantém aulas normais. A escola de ensino fundamental, que tem 15 alunos - mais oito na educação infantil municipal, à qual a instituição cede a estrutura -, conta com uma professora, diretora e duas funcionárias. Destas, apenas uma funcionária, ontem pela manhã, aderiu à greve dos trabalhadores em educação da rede estadual.
Até o final da manhã de ontem, quanto às instituições que aderiram ao movimento, convocado pelo Cpers/Sindicato após aprovação em assembleia realizada na última sexta, 13, em Porto Alegre, somente duas não haviam paralisado totalmente as atividades: a escola Progresso, no distrito de Progresso, que mantinha aulas do 6º ao 9º ano do ensino fundamental, e o instituto Cardel Pacelli, no Centro, com atividades de quatro turmas - das 39 que a escola tem no total - das séries iniciais, no turno da tarde.
Em meio a uma adesão total ou parcial à greve - e um caso de manutenção das atividades normais, com a escola Benno Meurer -, as nove escolas estaduais de Três de Maio reúnem mais de 2,2 mil alunos.

Reivindicações

A pauta do Cpers para o atual movimento inclui reivindicações nas demandas de salário e remuneração, com nove itens específicos; de carreira, com outros seis itens; previdência e saúde do trabalhador, com quatro exigências; condições de trabalho e segurança, com outras 11 exigências; e a área pedagógica, com seis itens.
Entre as ações do atual movimento, estão a de elaborar um calendário de implantação do piso nacional, que no RS está defasado em 69,44%; exigir reajuste imediato de 13,01% (2015) mais 11,36% (2016); defender a educação pública de qualidade, assegurando o efetivo repasse das verbas públicas para a manutenção das escolas e da merenda escolar; defender a manutenção dos planos de carreira dos educadores; defender a manutenção do IPE Público (Previdência e Saúde) e com o Regime de Solidariedade, sem novas contribuições ou quaisquer taxas; e o cumprimento da Lei do Piso, com garantia da hora/atividade.

FOTO: MURIAN CESCA


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