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Economia para Consumo

29/07/2016 - Por João Seno
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À GUISA DE COMENTÁRIO - A FALTA GRITANTE DE LIDERANÇAS - Cadê as lideranças nesta quadra difícil de nossa história? Onde estão metidos os líderes comunitários? As lideranças políticas tomaram chá de sumiço. Para grandes avanços, grandes lideranças. Sobretudo, em tempos bicudos, as lideranças fazem a diferença. Sem elas, vem e sobrevém a estagnação e a desarrumação. Cada segmento necessita de lideranças, do contrário para e termina em inação. A liderança é a alma das instituições. Imaginemos o esporte sem líderes: acaba em rotundo fracasso. Precisam de lideranças a indústria, a atividade agrícola, o setor comercial, para que haja êxito e avanços. Do contrário, afunda a canoa. Qual o destino de um país sem líderes competentes e decididos? O das tartarugas, que andam devagar e na direção da água, onde afundam. É com tristeza que olhamos a falta de quem puxe a frente da segurança nos quadrantes do universo, onde a violência campeia e mata. Onde estariam dormindo os líderes, que não ouvem a grita do povo sofrido? Por enquanto, sem resposta.
"OS MUNICÍPIOS NÃO TÊM RECURSOS PARA RESPONDER À ALTURA AS DEMANDAS DAS SUAS COMUNIDADES". A frase é do presidente da Famurs, prefeito Luciano Pinto da Silva.
FECHAR CONTAS - Já se fala que 70% dos prefeitos não vão conseguir fechar as contas até o fim do ano. Isso em pleno ano de eleições municipais. Hoje, os prefeitos se veem obrigados a investir mais do que os 15% em saúde e 25% em educação, exigidos pela lei, porque o governo federal não repassa os recursos obrigatórios.Qual o prefeito que não quer fechar as contas no azul?
TAXA BÁSICA - A taxa básica Selic, que está em 14,25%, deverá terminar o ano em 13,25%. E a previsão é de que, em 2017, a Selic deva terminar o ano em 11%. Evidentemente, se a inflação voltar aos patamares da normalidade. 
O MUNDO ESTÁ EM POLVOROSA. Há matanças por todo lado. 
"O PT e o núcleo mais próximo da presidente afastada consideram a cassação no plenário do Senado irreversível. Uma ala da sigla trata como mal menor votar a perda do mandato no final de agosto, sem procrastinar". Considerações de Guilherme Mazui em sua coluna. 
Há mais tempo existe o IMPOSTÔMETRO, depois veio o SONEGÔMETRO e, agora, é a vez do CORRUPTÔMETRO
DECEPCIONANTE - É o tratamento dado aos funcionários do Executivo estadual. Enquanto os servidores do Judiciário, da Defensoria Pública, do Ministério Público, do Tribunal de Contas tiveram os reajustes de 8,13% aprovados pelos deputados estaduais, retroativos a janeiro de 2016, os ser vidores do Executivo nada receberam, nem em 2015, nada neste ano e, talvez, nada no ano que vem. É justo isso? É uma clara desvalorização da classe.
"Os vencimentos dos cargos do Poder Legislativo e do Poder Judiciário não poderão ser superiores aos pagos pelo Poder Executivo". Isso diz a Lei. O assunto pode ir para o Supremo Tribunal Federal, onde poderá ser inhado por muito tempo.



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