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Economia para Consumo

27/01/2017 - Por João Seno
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À GUISA DE COMENTÁRIO - O FUTURO NÃO NOS PERTENCE - O passado é o passado. O presente é o presente. E o futuro é o futuro. Ele não nos pertence. Como se diz vulgarmente, o futuro só a Deus pertence. Por isso, o futuro é e sempre será  uma incógnita. Mas o futuro existe, como existem o passado e o presente. Do passado e do presente temos conhecimento. Quanto ao futuro, procuramos diagnosticar, adivinhar e projetar. Lá na frente não sabemos o que nos espera. Por isso, há que olhar com cautela os dias de amanhã. O futuro precisa ser preparado no presente. Quem desperdiça o tempo nos dias de hoje, despreza o amanhã. Aquele que planta as sementes bem plantadas no dia de hoje, tem perspectivas de colher bons frutos lá adiante. Há muitas formas de preparar o solo do futuro. Quem não desperdiça o tempo e estuda, está se preparando para colher bons resultados na idade adulta. Quem investe corretamente em tempo hábil, terá subsídios para manter-se, quando as necessidades batem à porta. 

ECONOMIA SEM PESSIMISMO DEVE SER O RETRATO DESTE INÍCIO DE 2017.  A SEMENTE DO OTIMISMO ECONÔMICO PRODUZ FRUTOS BONS LÁ ADIANTE. 

A TRISTE MARCA DO DUPLO VIRA-CASAQUISMO VAI MARCAR INDELEVELMENTE A POLÍTICA DE TRÊS DE MAIO PARA O RESTO DOS TEMPOS.

ONDE ESTÃO NOSSOS FILHOS? Os meus, os teus, os nossos filhos onde estão? Estão esparramados pelo Brasil. É o caso deste colunista, cujos quatro filhos estão esparramados em três estados brasileiros. Por que os nossos filhos não estão aqui? Simplesmente porque não encontraram espaço no seu torrão natal. Aqui o espaço pertence quase sempre aos que de fora vêm.

UMA ÚNICA OPORTUNIDADE - O colunista busca uma única oportunidade para alguém da família. Ela não existe em Três de Maio. Triste para quem deu 55 anos de si pela comunidade. Talvez, é sinal dos tempos difíceis que atravessamos. 
VEJAM SÓ - Em 2016, o setor que mais destruiu empregos foi o de serviços, com 390 mil vagas encerradas, e na sequência, dos setores, a construção civil fechou 359 mil vagas e a indústria teve 323 vagas fechadas, no ano passado. O único setor que conseguiu criar vagas, em 2016, foi o agropecuário, ainda que em quantidade mínima, ou seja, 8 mil empregos criados. Esperamos um novo alento em 2017.

JÁ ESTÁ PROVADO, TANTO NO NORTE COMO NO SUL NÃO É A MORALIDADE QUE DERRUBA UM GOVERNO. É A ECONOMIA, talvez, tenha sido isso que derrubou o governo petista. Quem se oferece para governar em qualquer nível, precisa valorizar a economia. Realizar ações triviais à testa da gestão administrativa não garante o futuro de ninguém. Então, fiquemos de olho no governo do Estado, que precisa fechar um rombo de 9 bilhões em 2017.  



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