Sexta-feira, 14 de dezembro de 2018
Ano XXX - Edição 1537
(55) 3535-1033
jsemanal@jsemanal.com.br
diagramacao@jsemanal.com.br

Clube de Mães - Terapia com mil ensinamentos para a vida

22/12/2017 - Por Jornal Semanal
Tweet Compartilhar
Agindo como uma espécie de medicina preventiva, especialmente contra a depressão e o estresse, grupos de mães fortalecem as amizades e as interações sociais

Elas são dispostas, alegres, falantes, carinhosas e preocupadas umas com as outras. Dedicaram boa parte da vida a cuidar da casa e da família, principalmente dos filhos. Quando se dão conta de que a vida não pode se resumir apenas a ficar em casa, elas querem mais e vão além. Fazem novas amizades, viajam, compartilham experiências, choram e riem juntas. O que muitas mulheres têm em comum na comunidade local? A participação em clube de mães, sediados em escolas de Três de Maio.  
Essas mulheres representam a força feminina; são bastante ativas e engajadas na comunidade. A finalidade de participar de um clube de mães, segundo elas, é ocupar de maneira nobre e útil, as tardes livres. Além disso, elas promovem a integração de amigas de várias partes da cidade, fazendo com que se sintam úteis, participativas, mesmo que já tenham cumprido seu papel de mãe de família e no campo profissional.
Em Três de Maio, cada um dos vários clubes de mães da cidade trabalha de forma diferente. Conheça nessa reportagem especial, como atuam os clubes de mães das escolas Cardeal Pacelli, Castelo Branco, Dom Hermeto e Setrem.

Clube de Mães Azaleia, 
do IEE Cardeal Pacelli

'Nosso maior objetivo é a integração' 
Pertencer a algum grupo é algo fundamental na vida de qualquer pessoa, independente da fase e da situação que esteja vivendo.
E com as mães não é diferente. Os grupos de mães tornam a vida mais leve, menos estressante, pois permitem que sentimentos, experiências, sonhos e conquistas sejam compartilhados entre amigas. Como é o caso das 25 integrantes do Clube de Mães Azaleia, do Instituto Estadual de Educação Cardeal Pacelli.
Segundo a integrante e presidente do grupo, Maria Lindones Marques Gomes, o maior objetivo é a integração entre as participantes. "Nós pensamos em deixar as participantes livres para fazer o que quiserem durante os encontros. Quem quer faz crochê, bordado, tricô, mas o maior objetivo é se reunir, tomar chimarrão e conversar. Se desestressar mesmo", revela. 
Os encontros ocorrem todas as quintas-feiras, das 14h30 às 16h30min. A maioria das participantes tem acima dos 50 anos, algumas na faixa dos 70-80 anos. E não precisa ser mãe de aluno ou ex-aluno da escola para participar. O ingresso ao clube pode ocorrer por convite. Geralmente, ocorre quando uma integrante convida uma amiga ou conhecida, e esta já começa a fazer parte. 
Com cerca de 30 anos, a manutenção do Clube de Mães Azaleia é por meio da mensalidade das componentes. A escola cede uma sala para que os encontros possam ocorrer.
Maria Lindones participa há cerca de 10 anos e procura não faltar a nenhum encontro. "É meu compromisso de quinta de tarde. Jogamos bingo, fazemos rifas entre as integrantes, temos palestras com profissionais da área da saúde sobre autoestima, estresse, depressão. Gosto muito de participar", afirma.
Segundo a presidente, a amizade não é somente no grupo, pois uma apoia a outra sempre que necessário. E, além disso, elas  organizam viagens e passeios para uma integração ainda maior entre as integrantes do grupo.

'Tarde de descontração e troca de ideias'
Marlise Cecília Schmitt, professora aposentada, participa há quatro anos do clube. "Comecei a participar depois que me aposentei. Quando meu filho estudava lá não podia participar, por causa do meu trabalho", conta.
Para ela, o dia do encontro é muito importante. "É uma tarde de descontração, de troca de ideias, partilhar o que cada uma sabe em trabalhos manuais, de rever as amizades e bater um bom papo".
Marlise declara que o grupo é bem unido e realiza vários passeios. "Este ano fomos para as Águas Termais de Machadinho, realizamos um almoço de confraternização na chácara de uma das participantes e, na noite de quarta da semana passada, um lindo encontro encerrou as programações deste ano".

 

Clube de Mães do Pacelli conta com 25 integrantes. 
Além dos encontros semanais, as integrantes realizam viagens

-------------------------------------------------------------------------------------

Clube de Mães Castelo Branco

'Cada uma faz a diferença na vida 
da outra. A convivência fortalece 
os laços de amizade'
O Clube de Mães da Escola Estadual de Ensino Médio Castelo Branco tem 30 anos de atividades. Atualmente, conta com 21 integrantes com idades entre 44 e 75 anos. 
Segundo a dona de casa e presidente do clube, Rosemeri Beier Soares, 44 anos, o grupo acolhe toda a mãe que quiser participar, independente de ter filho frequentando a escola, ou mesmo ex-aluno. "Para fazer parte do grupo é necessário que a mãe esteja à disposição (sempre que possível) para qualquer atividade solicitada pela escola e que participe dos encontros semanais, que ocorrem todas as segundas feiras a partir das 13h30min", observa.
Dentre as atividades desenvolvidas no clube estão os trabalhos de artesanato, como crochê, patchwork, macramê, tricô, trabalhos alusivos às datas comemorativas, e outras atividades.
Anualmente, o clube encerra o ano com uma viagem, onde o roteiro é decidido no início do ano.
Rose destaca que o único custo econômico para manter os gastos com o clube é o valor de R$ 5,00 mensais para cada mãe. "Mantemos outras atividades para arrecadação em dinheiro que é destinado para as viagens, opcional para cada mãe, isentando aquelas que não queiram fazer parte dessas atividades extragrupo", enfatiza.
Segundo a presidente, o objetivo maior do grupo é a integração de todas as mães, a convivência em grupo e a trocas de experiências. 
Para ela, fazer parte deste grupo foi uma das melhores experiências que lhe aconteceu. "O desenvolvimento pessoal é realmente enriquecedor. Cada uma faz a diferença na vida da outra, são longas convivências que fortalecem os laços de amizade, entre tantos outros benefícios. Me dedicar à essas mães é, sem dúvida, uma das melhores partes da minha vida. Gratidão a tudo".

'Fazemos amizades, 
viagens e passeios. Vale muito a pena"
Mariza Bonazza, do lar, 57 anos, participa do clube há 17 anos. "Na época, minhas filhas estudavam na Castelo, comecei a frequentar, gostei e estou até hoje", comenta.
Para ela, que  é viúva, participar do grupo é ter companhia, boas amizades e não ficar sozinha, em casa. "É meu passatempo, uma forma de conversar, dar risadas. Procuro  ir a todos os encontros. Sinto falta das gurias no dia em que não posso ir", relata.
Este ano, Mariza participou da viagem a Foz do Iguaçu e Paraguai, e destaca que foi muito bom conhecer pontos turísticos. E, na semana passada, o grupo também foi no Hotel Fazenda, em Santo Cristo. "Fazemos amizades, viagens e passeios. Vale muito a pena", afirma.


Clube de Mães da Castelo conta com 21 integrantes com idades 
entre 44 e 75 anos. Este ano, integrantes viajaram 
até as Cataratas do Iguaçu, em Foz do Iguaçu e Paraguai
-------------------------------------------------------------------------

Clube de Mães do Colégio Dom Hermeto

'Além de colaborar com a escola em todas as atividades, 
produzimos as tradicionais fogazzas'
Fundado no ano de 1977, o Clube de Mães do Colégio Dom Hermeto tem o objetivo de integrar mães e escola, bem como auxiliar em todas as atividades do colégio. 
A atual presidente, a farmacêutica Fabiane Marasca Baiotto, 41 anos, ressalta que foi com o incentivo da Irmã Maria Helena Bonamigo que este projeto se tornou realidade, pois, na época, o colégio era administrado pelas irmãs religiosas.
Hoje, assim como desde a fundação, os encontros ocorrem todas as terças-feiras, à tarde, a partir das 14h30min. Atualmente, são 21 componentes atuantes e algumas que participam esporadicamente. A faixa de idade é dos 30 aos 70 anos.
Fabiane conta que a cada início do ano letivo é feito o convite a todas as mães dos alunos do colégio, bem como suas avós e amigas, que queiram ou tenham a possibilidade de ingressar no grupo. 
Além da troca de experiências, um bate-papo legal e uma roda de chimarrão, nos encontros também há um momento de reflexão e oração. "E, se a participante desejar pode trazer de casa seus trabalhos manuais, como ponto cruz, crochê, tricô e, assim, se mantém um relacionamento de amizade. Ainda, sempre que possível, profissionais de diversas áreas trazem informações e orientações sobre saúde e bem-estar".
As participantes também colaboram com a escola em todas as atividades. "Estamos presentes em todos os jantares que são feitos e também na festa junina, com as tradicionais fogazzas", informa.
Durante o ano em datas esporádicas, são produzidas as saborosas fogazzas (receita que foi adquirida pelas primeiras integrantes do grupo) com a finalidade de ajudar o colégio em melhorias estruturais e pedagógicas para os alunos.
O grupo também confecciona panos de pratos bordados e tem uma pequena taxa mensal que é usada para a confraternização de final de ano. Contudo, a presidente informa que o clube não realiza viagens.
Para Fabiane, é gratificante chegar ao final do ano e sentir que o Clube de Mães do Colégio Dom Hermeto é um grupo unido. "Estamos sempre entre amigas. Cada uma com suas particularidades, mas podemos sempre contar com a colaboração de todas", comemora Fabi, que tem três filhos no colégio.

'Juntas somos mais fortes'
A empresária Sandra Regina Geist participa do clube desde 2015. Para ela, o clube representa vida e aprendizado. "Aprendo muito com as mais senhoras, elas têm muito a ensinar, são de uma energia maravilhosa. Não tem canseira com elas, e com isso também dou um pouco de mim", destaca.
Ela revela que no clube - em meio a correria do dia a dia e tendo que conciliar os compromissos profissionais e os familiares - é um lugar onde se sente muito bem. "No clube, ajudamos o colégio como podemos, fazendo a famosa fogazza, as festas juninas e as jantas do colégio, nas quais ajudamos como podemos, pois juntas somos mais fortes", afirma.

'Participo há 23 anos e hoje permaneço porque me sinto muito bem, com grandes amizades'
Odila da Cruz Rossato, professora aposentada, é uma das integrantes há mais tempo em atividade no grupo. "Eu participo do clube desde 1994 quando meu filho estudava lá e eu lecionava, e hoje permaneço porque me sinto muito bem, com grandes amizades", alega.
A professora aposentada ressalta que o Clube de Mães Dom Hermeto é um órgão em anexo à escola, onde participam mães, avós e amigas da escola, que acolhem o convite a cada início do ano e se sentem motivadas, num clima de amizade, fraternidade, partilha e entreajuda. "Temos um clima muito bom, agradável e todas são amigas", conclui.

Clube de Mães do Dom Hermeto conta com 21 integrantes atuantes
--------------------------------------------------------------------------------------

Clube de Mães Setrem

Mais do que trabalho ou hobby, artesanato traz entusiasmo 
e alegria para as mulheres participantes do clube
Em meados dos anos 90, a professora Ana Capela Leonhardt, esposa do então diretor da Setrem, Seno Leonhardt, tinha os filhos na escola e sentia a necessidade de alguns trabalhos manuais e de decoração, dentro da instituição. Aos poucos, Ana e outras mães dos alunos foram se reunindo, e, na data de 17 de setembro de 1994, foi fundado o Clube de Mães Setrem.
Os primeiros encontros ocorriam em um espaço cedido pela escola, na Unidade de Ensino São Paulo - Setrenzinha, com a participação de 25 mulheres. Nas reuniões, semanais, as mulheres se comprometiam em atender às demandas da escola, como por exemplo, fazer roupas para o grupo de danças, placas para identificar as portas das salas de aula, entre outras atividades. Em meio a isso, surgiu a necessidade de ter alguém para auxiliar, porque as mães percebiam que não era apenas uma técnica manual e de artesanato empregada nos trabalhos. Foi então que o diretor Seno chamou a colaboradora Marli Almeida para trabalhar com o Clube de Mães. 
Marli permanece auxiliando o clube até os dias atuais. A 'profe' como é chamada pelas 18 integrantes do grupo, ensina as mais variadas técnicas de reciclagem e artesanato nos encontros, realizados todas as terças-feiras, num espaço cedido pela escola no Campus Setrem. "Uma terça a gente se reúne e faz trabalhos para a escola e na outra cada uma faz um trabalho para si, sendo que este pode levar para casa", informa. 
A coordenadora revela que existe até fila de espera, mas que, em função do espaço, o clube não comporta novas participantes. "Um dos critérios é ser mãe ou avó de aluno. Tem que ter vínculo com a escola. Na verdade, é um plus que a instituição oferece para quem confiou a educação de seus filhos na escola. E, caso houver três faltas consecutivas (não justificadas), a integrante está fora do grupo", explica.
Marli ressalta que além dos trabalhos, fora do grupo a amizade sempre é mantida. E, dentro dele, existe uma espécie de autoajuda. "Tem momentos de desânimo, não é só alegria. Se alguma integrante não está bem, a gente vai lá na casa dela, toma um chimarrão, conversa. Somos amigas. Juntamos a amizade e o artesanato. Também nos encontramos para jantar fora, vamos a uma feira de artesanato em Porto Alegre, todos os anos, e organizamos viagens, uma vez por ano".  
Clube de Mães da Setrem conta com 18 integrantes, com idades a partir dos 34 anos 

'Grupo tem energia muito boa e positiva'
A atual presidente é Arlete Schmidt, 55 anos. Ela participa do grupo há mais de 20 anos. "Ingressei com meus filhos cursando o maternal. Hoje eles estão crescidos, são independentes, moram em outra cidade, e eu continuo aqui. Tem vezes que eu venho só para conversar, dar risada, me faz muito bem", diz, lembrando de mulheres que entraram e saíram do clube, e, inclusive, de algumas que já não estão mais neste plano. 
Deisi Zimmermann, 51 anos, está há 10 no grupo e é  mãe de dois filhos. "O artesanato é uma terapia. E tem a conversa, o convívio. Faz bem para a cabeça. Podemos até chegar de baixo astral, mas  aqui sempre  tem alguém que nos anima, é gratificante", garante. 
Já Danieli Faoro, 34 anos, é a mais nova em idade e de tempo no grupo - teve que aguardar a 'vaga' na lista de espera. A professora da rede municipal ingressou este ano no clube, e é mãe de dois alunos da instituição.  "Eu tinha uma curiosidade e uma expectativa muito grande. Quando iniciei, pensei será que eu vou gostar? Eu adorei!  É uma parceria, uma cumplicidade, o grupo tem uma energia muito boa e positiva", afirma.
Beatriz Pellens, 63 anos, é uma das participantes de mais tempo (cerca de 20 anos), é dedicada aos trabalhos e confessa, que só falta aos encontros quando está doente. A aposentada é mãe de ex-alunos e avó de alunos.
Há seis anos no clube, Claudete Borges, 51 anos, se orgulha  de ser a avó do grupo com mais netos. Com bom humor, ela revela que todos os dias, pela manhã, seu passatempo é cuidar das duas netas e do neto, e nas terças à tarde, é ir aos encontros.
No clube, ela aprendeu várias técnicas de artesanato, e com as mãos - as quais também exerce a profissão de manicure - se dedica para fazer trabalhos, principalmente, para enfeitar a casa das filhas. "Adoro artesanato. Gosto de pintar, e agora, estou terminando uma caixinha decorada com meia pérola. Não perco por nada. Me sinto ativa e muito feliz ", diz orgulhosa.

Entre perdas e superando problemas, o conforto nos momentos difíceis
Marli Saft Sipp, 55 anos, e Rosane de Quadros, 46 anos, têm em comum, a difícil tarefa de, diariamente, tentar superar as dificuldades e a realidade que a vida lhes reservou. Marli tenta superar o vazio que a perda prematura e repentina da filha Joice, ainda causa, passados sete anos em que ela morreu em um acidente de trânsito. Na época, a filha única, tinha 27 anos. Já Rosane tenta conciliar sua vida e afazeres de casa com os cuidados com o marido que sofre de uma doença degenerativa.
Apesar destas condições, que a vida impôs,  elas mantêm o sorriso no rosto e, em meio a tudo o que enfrentam, afirmam que vivem um dia de cada vez. 
A entrada de Marli ao clube ocorreu por convite, há cinco anos. No início, ela foi resistente, mas as integrantes insistiram e chegaram até a buscá-la em casa. "Joice foi estudante da escola. Com a tragédia, fiquei sem chão, em estado de choque. No início, estava completamente perdida, desanimada. Mas quando vim ao clube, te confesso, foi muito bom. Fiz muitas amizades que hoje fazem diferença na minha vida", declara. "Muitas vezes a gente fala, escuta, uma dá força para a outra. Tem dias em que eu choro, desabafo. Aqui eu espaireço. Tenho altos e baixos. É preciso ter força dia após dia, com muita fé em Deus", conclui.
  
Marli Saft Sipp e Rosane de Quadros

Para Rosane, que participa há pelo menos 12 anos, é no clube que ela consegue dar 'uma respirada'. O filho estuda na escola desde o maternal e permanece até hoje, aos 18 anos. "Me faz muito bem, ainda mais eu que tenho problema de doença em casa. No grupo a gente conversa, brinca, dá risada. A profe Marli e as colegas são maravilhosas. Aqui eu sou conhecida por marcar jantares e os eventos sociais", brinca. 
Rose fala que esse ano, com o agravamento da doença do marido, está sendo mais difícil participar, mas sempre que consegue 'dá uma fugida em meio aos compromissos'. "Nunca vi um grupo tão unido, é maravilhoso", finaliza. 


Produtos são comercializados na Loja de Produtos Agroindustriais e na Feira, no Campus Setrem

Marli Almeida destaca que os produtos feitos pelo clube são vendidos na Loja de Produtos Agroindustriais  (que abre diariamente) e na Feira (que geralmente ocorre uma vez por mês), ambas no Campus. 
"Colocamos uma margem de lucro bem baixa. Na verdade, o nosso maior incentivo é o de reciclar, porque temos que ter mais responsabilidade com o lixo que produzimos em casa. Por isso, cada uma de nós, ao ocupar um pote de nata, traz para cá; ao ocupar uma bandeja de carne, todas são lavadas e aqui têm utilidade. Tomou vinho ou lata de leite, essas são nossas matérias primas", explica. 
As integrantes também cultivam uma plantação de suculentas, as quais também são comercializadas. Para Marli, são formas de manter o clube e comprar os materiais que são utilizados na confecção dos produtos. Os produtos vendidos são opções bonitas e de preço bem acessível, para presentear amigos e familiares em aniversários e datas especiais. 
Marli Almeida - a 'profe'  que ensina diversas técnicas de artesanato para as 
integrantes do clube - ao lado das suculentas cultivadas pelo grupo

FOTOS: ALINE GEHM/ARQUIVO PESSOAL/DIVULGAÇÃO




Indicar a
um Amigo

Comentários

Deixe a sua opinião

Veja Também

30/11/2018   |
16/11/2018   |
26/10/2018   |
21/09/2018   |
06/09/2018   |
06/09/2018   |




Todos os direitos reservados - Jornal Semanal - Três de Maio - RS