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Marli Eickhoff Matz

16/11/2012 - Por Jornal Semanal
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Nome: Marli Eickhoff Matz  
Idade: 61 anos
Casada com: Egon Matz.
Natural de: Ijuí - RS.
Reside em Três de Maio desde 1964, ou seja há 48 anos.
Filha de: Conrado Eickhoff e Norma Bigolin Eickhoff.
Mãe de: Marcel, 32 anos e Martina, 27 anos.
Formação em: Ciências e Matemática, na Unijuí.
Profissão: professora aposentada e artesã.
Leia-se: em meu ateliê de pintura e artesanato, rua Avaí 98.
Se pudesse mudar de profissão, seria: alguma relacionada às artes.
Jamais poderia trabalhar como: Advogada, pelo fato de ter que julgar alguém.
O que mais gosta em seu trabalho: como professora era o convívio com pessoas diferentes e a ajuda na formação de jovens.
Para que fins faz uso da internet: pesquisa de artesanato, e-mail e bate-papo, para troca de ideias sobre o artesanato.
Como você se define: hiperativa, falante e criativa.
Que momento da sua vida você escolheria para reviver: o nascimento e a formatura dos meus dois filhos e o nascimento do meu neto Theo.
E que momento você gostaria de apagar: o acidente que levou minha mãe e dois grandes amigos.
Qual a lembrança da sua infância mais marcante: andar num triciclo que, nessa altura, só tinha 2 rodas.
Que habilidade gostaria de ter, mas não tem: saber cantar e tocar gaita.
O que gostaria de ter sabido antes: que as dificuldades que enfrentamos nos fazem crescer.
O melhor conselho que já recebeu: ser humilde, sem deixar se humilhar.
Um presente que nunca esqueceu: uma boneca de porcelana.
Qual é o seu bem mais precioso: minha família.
Programa de fim de semana: almoço reunindo familiares.
Qual seu hobby: artesanato.
Um gosto inusitado: acho que nenhum.
Um momento marcante: nascimento de meus filhos e neto.
Que presente você ganhou que nunca esqueceu: uma boneca e um triciclo, este em parceria com meu irmão Derli.
Time que torce: Internacional.
Pratica atividade física: não.
Estilo musical: nativa e orquestradas.
Hábito que não abre mão: pesquisar sobre artesanato.
Um hábito que quer se livrar: compulsividade.
Qual a paisagem natural que mais impressiona você: um belo jardim.
Projeto de viagem: tenho muita dificuldade em viajar, pois tenho medo.
Qual a maior virtude de uma pessoa: solidariedade.
O que você não tolera: grosseria.
Receita de sucesso: paciência e perseverança.
O negócio do futuro é: desenvolvimento da sustentabilidade.
Um nome de sucesso: Bernardinho.
Participa de um clube de serviços ou associação: Artemaio.
Um sonho de consumo: dar uma casa própria para cada filho.
Ponto positivo de sua cidade: o desenvolvimento.  
E o negativo: falta de um centro cultural e mais incentivo aos esportes de base.
Seus aplausos vão para: as pessoas que se engajam indiscriminadamente no desenvolvimento da nossa cidade.
Nota zero para: pessoas que criticam, mas nada fazem para auxiliar em mudanças.
Como surgiu o gosto pela arte? Quando menina já pedia para minha vó Elsa cortar roupas de boneca e eu costurava. Minha mãe desenhava muito bem e bordava. Talvez aí esteja o início de tudo.
De onde vem a inspiração para pintar os quadros e confeccionar os trabalhos? Hoje tudo é mais fácil, temos muito produtos e informações, então podemos criar muitas coisas diferentes com o nosso próprio estilo. É um dom.
Com que idade começou a desenvolver trabalhos manuais? Com 14 anos já pintava em tecido.
O artesanato é valorizado em nossa região? Acho que ainda não, no sentido mais complexo da palavra valorizar. Pois, o artesanato ainda não é considerado ARTE e nem RENDA. A nossa luta é para que isso mude, pois o Brasil é um país extremamente criativo e exporta muito artesanato. A nossa região é carente de apoio em todos os sentidos: financeiro e também de saber apreciar a arte.




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